Do A TARDE On Line
"Não concordo, mas tem que guardar o carro, né? Vou fazer o quê?". O lamento é do supervisor de tubulações Evandivaldo Cerqueira, ao entrar no estacionamento do Aeroporto Internacional de Salvador, administrado pela concessionária Big Burger. Assim como qualquer outro usuário do serviço, Evandivaldo teve de pagar R$ 4 pelas três primeiras horas com o carro no estacionamento. O valor é o mesmo para quem cumpre o período completo ou para quem fica no Aeroporto por apenas meia hora, enquanto espera a chegada de um parente ou conhecido.
No estacionamento, não há um período de tolerância, ou taxas menores para quem vai ao local rapidamente. Se o usuário passar das três primeiras horas, paga mais R$ 2,00 por um período de 60 minutos subseqÜente. Para quem vai viajar e deseja deixar o carro no estacionamento, o preço da primeira diária chega a R$ 30. A diária subseqÜente custa R$ 16.
De acordo com o professor de Direito do Consumidor Aurisvaldo Sampaio, não existe regulamento que estabeleça o critério para a cobrança de tarifa em estacionamentos. "Não há lei que diga que estacionamento deve ter tolerância, ou tabelas de preços por hora. Esse controle deve ser acordado entre o prestador do serviço e o órgão público responsável".
Sampaio sugere que se o consumidor achar que há abuso no preço dessas tarifas, pode procurar o Procon ou o Ministério Público para fazer uma avalição. "Se eles cosiderarem o critério de preços excessivo, podem adotar as devidas providências".
De acordo com a assessora da superintendência do Procon, Carmen Dantas, de 2005 até hoje, apenas duas reclamações contra preços abusivos de estacionamento foram registradas pelo órgão em Salvador. "Como não há regulamentação, as empresas têm liberdade para definir o preço de seus serviços. As duas reclamações que recebemos ainda não tiveram o mérito julgado. Por isso, e devido à falta de parâmetro legal, o Procon ainda não tem uma posição definitiva sobre o assunto".
O promotor de Justiça do Consumidor Olímpio Campinho, do Ministério Público Estadual, também informa que o público não têm procurado o órgão sobre o assunto, e que não há investigações atualmente sobre o preço praticado pelos estacionamentos.
Por meio de sua assessoria, a Infraero afirma que a tabela praticada é proposta pela concessionária, e somente é aprovada após pesquisa de preços realizada pelo órgão, comparando com o valor pago em estacionamentos de outros aeroportos do mesmo porte no país.
De acordo com a assessoria, a Infraero considera a tabela atual compatível com o que é praticado no mercado. Questionada a respeito da tabela praticada, a gerência da Big Burger se limitou a endossar a resposta da Infraero.
Diante do alto preço da diária pago no estacionamento do Aeroporto, muitos consumidores têm procurado alternativas para diminuir os gastos. Para quem precisa deixar o carro guardado durante uma viagem rápida, estacionamentos próximos ao aeroporto oferecem valores mais baixos.
No WellPark, em frente ao bambuzal que dá acesso ao Aeroporto, a diária sai por R$ 12, mais R$ 1,50 por hora extra. No AerPark, ainda nos 500 primeiros metros da Estrada Cia. Aeroporto, a primeira diária sai por R$ 5, e as demais por R$ 10. A hora adicional fica por R$ 0,50. Nos dois estabelecimentos, o translado ao aeroporto é grátis, de van.
O funcionário público Júlio César Andrade, que vinha pegar o carro depois de uma viagem de um dia, disse que nunca usa o estacionamento do Aeroporto. "O preço que eles praticam é absurdo. Sempre que vou viajar, deixo num estacionamento alternativo". Pelo período de 33 horas, ele pagou R$ 9,50 no AerPark. No Aeroporto, pagaria R$ 48.
Fiscalização - Para quem vai apenas deixar ou pegar alguém no embarque ou no desembarque, cinco minutinhos resolvem com o carro na frente dos portões. Dois policiais militares e um funcionário do guichê de informações da Infraero deram a mesma orientação: Não pare por ali por mais de dez minutos senão a SET multa.
No entanto, a reportagem flagrou situações de carros estacionados em três locais proibidos, nesta quinta feira. Ao meio-dia e quinze, um carro estava estacionado na fila de veículos oficiais, ao lado da locadora de veículos sediada no Aeroporto. Durante meia hora, nenhuma advertência.
Na frente do portão de embarque, um carro ficou estacionado das 12h50 às 13h10. Outros carros já estavam parados no local, e continuaram lá. Nada de SET.
No portão de desembarque doméstico, um carro ficou mais de uma hora, até às 14h20. Também havia outros carros no local. A reportagem pediu informações à funcionária do banco de informações da SET, que fica logo depois da entrada do andar térreo. A funcionária repetiu as instruções já passadas pelos PMs e pela Infraero: "Não pode parar. No máximo, cinco minutos". E esses carros parados? "O pessoal deve estar na hora de almoço.
A assessoria da SET diz que o falta de fiscalização ainda é conseqüência da greve dos servidores municipais. O setor ainda está se recuperando da paralisação e o trabalho está sendo replanejado e readaptado. A SET informa ainda que a fiscalização deve estar completamente normalizada até a segunda-feira. Haroldo Abrantes/ Ag. A Tarde/ArquivoTrês primeiras horas levam R$ 4 do cliente"Não concordo, mas tem que guardar o carro, né? Vou fazer o quê?". O lamento é do supervisor de tubulações Evandivaldo Cerqueira, ao entrar no estacionamento do Aeroporto Internacional de Salvador, administrado pela concessionária Big Burger. Assim como qualquer outro usuário do serviço, Evandivaldo teve de pagar R$ 4 pelas três primeiras horas com o carro no estacionamento. O valor é o mesmo para quem cumpre o período completo ou para quem fica no Aeroporto por apenas meia hora, enquanto espera a chegada de um parente ou conhecido.
No estacionamento, não há um período de tolerância, ou taxas menores para quem vai ao local rapidamente. Se o usuário passar das três primeiras horas, paga mais R$ 2,00 por um período de 60 minutos subseqÜente. Para quem vai viajar e deseja deixar o carro no estacionamento, o preço da primeira diária chega a R$ 30. A diária subseqÜente custa R$ 16.
De acordo com o professor de Direito do Consumidor Aurisvaldo Sampaio, não existe regulamento que estabeleça o critério para a cobrança de tarifa em estacionamentos. "Não há lei que diga que estacionamento deve ter tolerância, ou tabelas de preços por hora. Esse controle deve ser acordado entre o prestador do serviço e o órgão público responsável".
Sampaio sugere que se o consumidor achar que há abuso no preço dessas tarifas, pode procurar o Procon ou o Ministério Público para fazer uma avalição. "Se eles cosiderarem o critério de preços excessivo, podem adotar as devidas providências".
De acordo com a assessora da superintendência do Procon, Carmen Dantas, de 2005 até hoje, apenas duas reclamações contra preços abusivos de estacionamento foram registradas pelo órgão em Salvador. "Como não há regulamentação, as empresas têm liberdade para definir o preço de seus serviços. As duas reclamações que recebemos ainda não tiveram o mérito julgado. Por isso, e devido à falta de parâmetro legal, o Procon ainda não tem uma posição definitiva sobre o assunto".
O promotor de Justiça do Consumidor Olímpio Campinho, do Ministério Público Estadual, também informa que o público não têm procurado o órgão sobre o assunto, e que não há investigações atualmente sobre o preço praticado pelos estacionamentos.
Por meio de sua assessoria, a Infraero afirma que a tabela praticada é proposta pela concessionária, e somente é aprovada após pesquisa de preços realizada pelo órgão, comparando com o valor pago em estacionamentos de outros aeroportos do mesmo porte no país.
De acordo com a assessoria, a Infraero considera a tabela atual compatível com o que é praticado no mercado. Questionada a respeito da tabela praticada, a gerência da Big Burger se limitou a endossar a resposta da Infraero.
Diante do alto preço da diária pago no estacionamento do Aeroporto, muitos consumidores têm procurado alternativas para diminuir os gastos. Para quem precisa deixar o carro guardado durante uma viagem rápida, estacionamentos próximos ao aeroporto oferecem valores mais baixos.
No WellPark, em frente ao bambuzal que dá acesso ao Aeroporto, a diária sai por R$ 12, mais R$ 1,50 por hora extra. No AerPark, ainda nos 500 primeiros metros da Estrada Cia. Aeroporto, a primeira diária sai por R$ 5, e as demais por R$ 10. A hora adicional fica por R$ 0,50. Nos dois estabelecimentos, o translado ao aeroporto é grátis, de van.
O funcionário público Júlio César Andrade, que vinha pegar o carro depois de uma viagem de um dia, disse que nunca usa o estacionamento do Aeroporto. "O preço que eles praticam é absurdo. Sempre que vou viajar, deixo num estacionamento alternativo". Pelo período de 33 horas, ele pagou R$ 9,50 no AerPark. No Aeroporto, pagaria R$ 48.
Fiscalização - Para quem vai apenas deixar ou pegar alguém no embarque ou no desembarque, cinco minutinhos resolvem com o carro na frente dos portões. Dois policiais militares e um funcionário do guichê de informações da Infraero deram a mesma orientação: Não pare por ali por mais de dez minutos senão a SET multa.
No entanto, a reportagem flagrou situações de carros estacionados em três locais proibidos, nesta quinta feira. Ao meio-dia e quinze, um carro estava estacionado na fila de veículos oficiais, ao lado da locadora de veículos sediada no Aeroporto. Durante meia hora, nenhuma advertência.
Na frente do portão de embarque, um carro ficou estacionado das 12h50 às 13h10. Outros carros já estavam parados no local, e continuaram lá. Nada de SET.
No portão de desembarque doméstico, um carro ficou mais de uma hora, até às 14h20. Também havia outros carros no local. A reportagem pediu informações à funcionária do banco de informações da SET, que fica logo depois da entrada do andar térreo. A funcionária repetiu as instruções já passadas pelos PMs e pela Infraero: "Não pode parar. No máximo, cinco minutos". E esses carros parados? "O pessoal deve estar na hora de almoço.
A assessoria da SET diz que o falta de fiscalização ainda é conseqüência da greve dos servidores municipais. O setor ainda está se recuperando da paralisação e o trabalho está sendo replanejado e readaptado. A SET informa ainda que a fiscalização deve estar completamente normalizada até a segunda-feira.
No estacionamento, não há um período de tolerância, ou taxas menores para quem vai ao local rapidamente. Se o usuário passar das três primeiras horas, paga mais R$ 2,00 por um período de 60 minutos subseqÜente. Para quem vai viajar e deseja deixar o carro no estacionamento, o preço da primeira diária chega a R$ 30. A diária subseqÜente custa R$ 16.
De acordo com o professor de Direito do Consumidor Aurisvaldo Sampaio, não existe regulamento que estabeleça o critério para a cobrança de tarifa em estacionamentos. "Não há lei que diga que estacionamento deve ter tolerância, ou tabelas de preços por hora. Esse controle deve ser acordado entre o prestador do serviço e o órgão público responsável".
Sampaio sugere que se o consumidor achar que há abuso no preço dessas tarifas, pode procurar o Procon ou o Ministério Público para fazer uma avalição. "Se eles cosiderarem o critério de preços excessivo, podem adotar as devidas providências".
De acordo com a assessora da superintendência do Procon, Carmen Dantas, de 2005 até hoje, apenas duas reclamações contra preços abusivos de estacionamento foram registradas pelo órgão em Salvador. "Como não há regulamentação, as empresas têm liberdade para definir o preço de seus serviços. As duas reclamações que recebemos ainda não tiveram o mérito julgado. Por isso, e devido à falta de parâmetro legal, o Procon ainda não tem uma posição definitiva sobre o assunto".
O promotor de Justiça do Consumidor Olímpio Campinho, do Ministério Público Estadual, também informa que o público não têm procurado o órgão sobre o assunto, e que não há investigações atualmente sobre o preço praticado pelos estacionamentos.
Por meio de sua assessoria, a Infraero afirma que a tabela praticada é proposta pela concessionária, e somente é aprovada após pesquisa de preços realizada pelo órgão, comparando com o valor pago em estacionamentos de outros aeroportos do mesmo porte no país.
De acordo com a assessoria, a Infraero considera a tabela atual compatível com o que é praticado no mercado. Questionada a respeito da tabela praticada, a gerência da Big Burger se limitou a endossar a resposta da Infraero.
Diante do alto preço da diária pago no estacionamento do Aeroporto, muitos consumidores têm procurado alternativas para diminuir os gastos. Para quem precisa deixar o carro guardado durante uma viagem rápida, estacionamentos próximos ao aeroporto oferecem valores mais baixos.
No WellPark, em frente ao bambuzal que dá acesso ao Aeroporto, a diária sai por R$ 12, mais R$ 1,50 por hora extra. No AerPark, ainda nos 500 primeiros metros da Estrada Cia. Aeroporto, a primeira diária sai por R$ 5, e as demais por R$ 10. A hora adicional fica por R$ 0,50. Nos dois estabelecimentos, o translado ao aeroporto é grátis, de van.
O funcionário público Júlio César Andrade, que vinha pegar o carro depois de uma viagem de um dia, disse que nunca usa o estacionamento do Aeroporto. "O preço que eles praticam é absurdo. Sempre que vou viajar, deixo num estacionamento alternativo". Pelo período de 33 horas, ele pagou R$ 9,50 no AerPark. No Aeroporto, pagaria R$ 48.
Fiscalização - Para quem vai apenas deixar ou pegar alguém no embarque ou no desembarque, cinco minutinhos resolvem com o carro na frente dos portões. Dois policiais militares e um funcionário do guichê de informações da Infraero deram a mesma orientação: Não pare por ali por mais de dez minutos senão a SET multa.
No entanto, a reportagem flagrou situações de carros estacionados em três locais proibidos, nesta quinta feira. Ao meio-dia e quinze, um carro estava estacionado na fila de veículos oficiais, ao lado da locadora de veículos sediada no Aeroporto. Durante meia hora, nenhuma advertência.
Na frente do portão de embarque, um carro ficou estacionado das 12h50 às 13h10. Outros carros já estavam parados no local, e continuaram lá. Nada de SET.
No portão de desembarque doméstico, um carro ficou mais de uma hora, até às 14h20. Também havia outros carros no local. A reportagem pediu informações à funcionária do banco de informações da SET, que fica logo depois da entrada do andar térreo. A funcionária repetiu as instruções já passadas pelos PMs e pela Infraero: "Não pode parar. No máximo, cinco minutos". E esses carros parados? "O pessoal deve estar na hora de almoço.
A assessoria da SET diz que o falta de fiscalização ainda é conseqüência da greve dos servidores municipais. O setor ainda está se recuperando da paralisação e o trabalho está sendo replanejado e readaptado. A SET informa ainda que a fiscalização deve estar completamente normalizada até a segunda-feira. Haroldo Abrantes/ Ag. A Tarde/ArquivoTrês primeiras horas levam R$ 4 do cliente"Não concordo, mas tem que guardar o carro, né? Vou fazer o quê?". O lamento é do supervisor de tubulações Evandivaldo Cerqueira, ao entrar no estacionamento do Aeroporto Internacional de Salvador, administrado pela concessionária Big Burger. Assim como qualquer outro usuário do serviço, Evandivaldo teve de pagar R$ 4 pelas três primeiras horas com o carro no estacionamento. O valor é o mesmo para quem cumpre o período completo ou para quem fica no Aeroporto por apenas meia hora, enquanto espera a chegada de um parente ou conhecido.
No estacionamento, não há um período de tolerância, ou taxas menores para quem vai ao local rapidamente. Se o usuário passar das três primeiras horas, paga mais R$ 2,00 por um período de 60 minutos subseqÜente. Para quem vai viajar e deseja deixar o carro no estacionamento, o preço da primeira diária chega a R$ 30. A diária subseqÜente custa R$ 16.
De acordo com o professor de Direito do Consumidor Aurisvaldo Sampaio, não existe regulamento que estabeleça o critério para a cobrança de tarifa em estacionamentos. "Não há lei que diga que estacionamento deve ter tolerância, ou tabelas de preços por hora. Esse controle deve ser acordado entre o prestador do serviço e o órgão público responsável".
Sampaio sugere que se o consumidor achar que há abuso no preço dessas tarifas, pode procurar o Procon ou o Ministério Público para fazer uma avalição. "Se eles cosiderarem o critério de preços excessivo, podem adotar as devidas providências".
De acordo com a assessora da superintendência do Procon, Carmen Dantas, de 2005 até hoje, apenas duas reclamações contra preços abusivos de estacionamento foram registradas pelo órgão em Salvador. "Como não há regulamentação, as empresas têm liberdade para definir o preço de seus serviços. As duas reclamações que recebemos ainda não tiveram o mérito julgado. Por isso, e devido à falta de parâmetro legal, o Procon ainda não tem uma posição definitiva sobre o assunto".
O promotor de Justiça do Consumidor Olímpio Campinho, do Ministério Público Estadual, também informa que o público não têm procurado o órgão sobre o assunto, e que não há investigações atualmente sobre o preço praticado pelos estacionamentos.
Por meio de sua assessoria, a Infraero afirma que a tabela praticada é proposta pela concessionária, e somente é aprovada após pesquisa de preços realizada pelo órgão, comparando com o valor pago em estacionamentos de outros aeroportos do mesmo porte no país.
De acordo com a assessoria, a Infraero considera a tabela atual compatível com o que é praticado no mercado. Questionada a respeito da tabela praticada, a gerência da Big Burger se limitou a endossar a resposta da Infraero.
Diante do alto preço da diária pago no estacionamento do Aeroporto, muitos consumidores têm procurado alternativas para diminuir os gastos. Para quem precisa deixar o carro guardado durante uma viagem rápida, estacionamentos próximos ao aeroporto oferecem valores mais baixos.
No WellPark, em frente ao bambuzal que dá acesso ao Aeroporto, a diária sai por R$ 12, mais R$ 1,50 por hora extra. No AerPark, ainda nos 500 primeiros metros da Estrada Cia. Aeroporto, a primeira diária sai por R$ 5, e as demais por R$ 10. A hora adicional fica por R$ 0,50. Nos dois estabelecimentos, o translado ao aeroporto é grátis, de van.
O funcionário público Júlio César Andrade, que vinha pegar o carro depois de uma viagem de um dia, disse que nunca usa o estacionamento do Aeroporto. "O preço que eles praticam é absurdo. Sempre que vou viajar, deixo num estacionamento alternativo". Pelo período de 33 horas, ele pagou R$ 9,50 no AerPark. No Aeroporto, pagaria R$ 48.
Fiscalização - Para quem vai apenas deixar ou pegar alguém no embarque ou no desembarque, cinco minutinhos resolvem com o carro na frente dos portões. Dois policiais militares e um funcionário do guichê de informações da Infraero deram a mesma orientação: Não pare por ali por mais de dez minutos senão a SET multa.
No entanto, a reportagem flagrou situações de carros estacionados em três locais proibidos, nesta quinta feira. Ao meio-dia e quinze, um carro estava estacionado na fila de veículos oficiais, ao lado da locadora de veículos sediada no Aeroporto. Durante meia hora, nenhuma advertência.
Na frente do portão de embarque, um carro ficou estacionado das 12h50 às 13h10. Outros carros já estavam parados no local, e continuaram lá. Nada de SET.
No portão de desembarque doméstico, um carro ficou mais de uma hora, até às 14h20. Também havia outros carros no local. A reportagem pediu informações à funcionária do banco de informações da SET, que fica logo depois da entrada do andar térreo. A funcionária repetiu as instruções já passadas pelos PMs e pela Infraero: "Não pode parar. No máximo, cinco minutos". E esses carros parados? "O pessoal deve estar na hora de almoço.
A assessoria da SET diz que o falta de fiscalização ainda é conseqüência da greve dos servidores municipais. O setor ainda está se recuperando da paralisação e o trabalho está sendo replanejado e readaptado. A SET informa ainda que a fiscalização deve estar completamente normalizada até a segunda-feira.
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