De O Globo
RIO - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), recorrerá nesta segunda-feira da sentença da Justiça Eleitoral que, em primeira instância, cassou o seu mandato, pelo recebimento de doações consideradas ilegais na campanha de 2008. O recurso tem efeito suspensivo imediato. ( Leia mais: DEM critica decisão da Justiça que cassou Kassab )
A decisão foi tomada na última quinta-feira pelo juiz Aloisio Silveira, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, e será publicada no Diário Oficial desta terça, quando passa a contar o prazo de três dias para o recurso ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Mas a defesa de Kassab disse que recorrerá ainda nesta segunda-feira.
Segundo o juiz Aloisio Silveira, Kassab recebeu 33% de suas doações de campanha em 2008 de fontes consideradas ilegais pelo Ministério Público: concessionárias do serviço público ou de empresas ligadas a elas, e de sindicatos. Entre esses doadores está a Associação Imobiliária Brasileira (AIB), ligada ao Secovi-SP, o sindicato das construtoras. O critério do juiz foi condenar quem recebeu mais de 20% de doações ilegais.
A sentença também atinge a vice-prefeita, Alda Marco Antônio (PMDB-SP), e nove vereadores e suplentes pelo mesmo motivo. Kassab diz que está confiante na Justiça
No domingo o prefeito negou as acusações e lembrou que, nas últimas eleições, de vereadores à Presidência da República, foram realizados procedimentos semelhantes, todos aprovados pela Justiça.
- Nossa campanha foi feita corretamente, em todas as suas ações. Evidentemente, agora nossos advogados terão oportunidade de expor tudo o que foi feito mais uma vez. Nossas contas já foram aprovadas pelo TRE e, mais uma vez, será demonstrada a correção da campanha - disse Kassab.
A defesa de Kassab também negou, por meio de nota à imprensa , que o prefeito tenha cometido irregularidades e informou que vai recorrer.
"As contribuições foram feitas seguindo estritamente os mandamentos da lei - que é a mesma desde 1997 - e já foram analisadas e aprovadas sem ressalvas pela Justiça Eleitoral", diz um trecho da nota.
RIO - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), recorrerá nesta segunda-feira da sentença da Justiça Eleitoral que, em primeira instância, cassou o seu mandato, pelo recebimento de doações consideradas ilegais na campanha de 2008. O recurso tem efeito suspensivo imediato. ( Leia mais: DEM critica decisão da Justiça que cassou Kassab )
A decisão foi tomada na última quinta-feira pelo juiz Aloisio Silveira, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, e será publicada no Diário Oficial desta terça, quando passa a contar o prazo de três dias para o recurso ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Mas a defesa de Kassab disse que recorrerá ainda nesta segunda-feira.
Segundo o juiz Aloisio Silveira, Kassab recebeu 33% de suas doações de campanha em 2008 de fontes consideradas ilegais pelo Ministério Público: concessionárias do serviço público ou de empresas ligadas a elas, e de sindicatos. Entre esses doadores está a Associação Imobiliária Brasileira (AIB), ligada ao Secovi-SP, o sindicato das construtoras. O critério do juiz foi condenar quem recebeu mais de 20% de doações ilegais.
A sentença também atinge a vice-prefeita, Alda Marco Antônio (PMDB-SP), e nove vereadores e suplentes pelo mesmo motivo. Kassab diz que está confiante na Justiça
No domingo o prefeito negou as acusações e lembrou que, nas últimas eleições, de vereadores à Presidência da República, foram realizados procedimentos semelhantes, todos aprovados pela Justiça.
- Nossa campanha foi feita corretamente, em todas as suas ações. Evidentemente, agora nossos advogados terão oportunidade de expor tudo o que foi feito mais uma vez. Nossas contas já foram aprovadas pelo TRE e, mais uma vez, será demonstrada a correção da campanha - disse Kassab.
A defesa de Kassab também negou, por meio de nota à imprensa , que o prefeito tenha cometido irregularidades e informou que vai recorrer.
"As contribuições foram feitas seguindo estritamente os mandamentos da lei - que é a mesma desde 1997 - e já foram analisadas e aprovadas sem ressalvas pela Justiça Eleitoral", diz um trecho da nota.
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