Do blog do NOBLAT
Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal, sabe o dia exato em que ouviu de Dilma Rousseff o pedido para “agilizar” as investigações em torno de negócios suspeitos do clã Sarney.
Calou-se a esse respeito porque somente o governo, por meio de vídeos e do registro de sua entrada no Palácio do Planalto, teria como provar que ela se reunira de fato com Dilma.
Imagine se o governo quer provar coisa alguma. Só lhe interessava provar que Lina mentira.
Orientada por advogados, Lina se valeu do verbo “agilizar” para escapar de ser processada. Com toda a certeza seria se tivesse afirmado que Dilma lhe pedira para por um ponto final nas investigações.
Era a palavra dele contra a palavra de Dilma. Não houve testemunhas do encontro.
Lina se arriscaria a ser processada duplamente: por denunciação caluniosa contra Dilma e por não ter revelado na época que Dilma prevaricara ao lhe cobrar ajuda para facilitar a vida de um aliado do governo.
Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal, sabe o dia exato em que ouviu de Dilma Rousseff o pedido para “agilizar” as investigações em torno de negócios suspeitos do clã Sarney.
Calou-se a esse respeito porque somente o governo, por meio de vídeos e do registro de sua entrada no Palácio do Planalto, teria como provar que ela se reunira de fato com Dilma.
Imagine se o governo quer provar coisa alguma. Só lhe interessava provar que Lina mentira.
Orientada por advogados, Lina se valeu do verbo “agilizar” para escapar de ser processada. Com toda a certeza seria se tivesse afirmado que Dilma lhe pedira para por um ponto final nas investigações.
Era a palavra dele contra a palavra de Dilma. Não houve testemunhas do encontro.
Lina se arriscaria a ser processada duplamente: por denunciação caluniosa contra Dilma e por não ter revelado na época que Dilma prevaricara ao lhe cobrar ajuda para facilitar a vida de um aliado do governo.
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