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POR DAYANA RESENDE
Kyriakos Amiridis foi morto em casa. A mulher dele é acusada de participação no crime

Embaixador da Grécia, Kyriakos Amiridis, foi morto em casa, em Nova Iguaçu - Divulgação
RIO — O corpo carbonizado encontrado dentro de um carro, no dia 29 de dezembro, próximo ao Arco Metropolitano, em um dos acessos a Nova Iguaçu, é do embaixador da Grécia no Brasil Kyriakos Amiridis, de 59 anos. Segundo o delegado responsável pelas investigações, Evaristo Magalhães, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), o resultado do exame de DNA realizado pela Polícia Civil deu positivo.
— Ainda não tenho o laudo em mãos, mas o perito já me adiantou que o corpo é do embaixador. Pela polícia, o corpo já pode ser liberado hoje (sexta-feira), mas quando ele será transladado para seu país é uma questão burocrática da embaixada. Nós não sabemos — informou o delegado.
De acordo com as investigações, o diplomata foi morto em casa, em Nova Iguaçu, antes de ser levado para dentro do carro que ele havia alugado, no dia 21. Os suspeitos de envolvimento no crime — a mulher da vítima, Françoise de Souza Oliveira, o soldado da PM Sérgio Gomes Moreira Filho e o primo dele, Eduardo Moreira Tedeschi— tiveram as prisões temporárias decretadas, por 30 dias, pelo Plantão Judiciário.
Tanto Françoise como Sérgio confessaram ser amantes há pelo menos seis meses, mas apenas o policial admitiu que cometeu o crime contra o diplomata. A participação da embaixatriz foi confirmada pelo primo do PM, que ficou indignado com a atitude do militar em proteger a amante.
Amiridis foi cônsul-geral da Grécia no Rio de 2001 a 2004 e assumiu o posto de embaixador da Grécia no Brasil em janeiro de 2016.
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