Do POLÍTICA & ECONOMIA NA REAL
Depois do PIB do BC (tido como uma prévia do PIB oficial do IBGE) de negativos 0,12% para o terceiro trimestre do ano, praticamente consolidou-se entre analistas e gestores de empresa a convicção de que, a economia brasileira cresce este ano os 2,5% que o próprio BC vem projetando e o ministro Guido Mantega passou a admitir ultimamente. Deteriorou a expectativa para o ano da graça eleitoral de 2014 : tirando as fontes oficiais, que ainda fazem a conta de 3,5% para o PIB do ano que vem, a maioria quase absoluta dos especialistas diz que o movimento da economia nacional será mais lento que o deste ano. A média das previsões já está em torno de 2%. Tudo vai depender do comportamento da inflação, da necessidade que o BC tiver de manipular a taxa de juros para não deixar os preços ao léu em ano eleitoral. Do lado das contas públicas, Alexandre Tombini e sua turma não devem esperar grandes colaborações. Este é o dilema : como fazer uma política mais restritiva para não deixar a inflação corroer salários, renda e empregos e alimentar os apetites eleitorais por mais gastos públicos ?
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