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POR O GLOBO
‘Se um dia se consolidarem, o governo verá o que fazer’, afirmou o presidente

O presidente da República, Michel Temer, durante visita ao Japão - Divulgação / Beto Barata / PR
RIO - Durante visita ao Japão, o presidente Michel Temer minimizou nesta terça-feira as denúncias da Odebrecht contra o ministro Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, Moreira Franco, secretário executivo do Programa de Parcerias de Investimentos, e Romero Jucá, presidente do PMDB. Temer afirmou que as acusações precisam se consolidar.
No último sábado, Moreira Franco, secretário do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), negou ter recebido propina de R$ 3 milhões do ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht em 2014, para supostamente cancelar o projeto de um terceiro aeroporto em São Paulo.
De acordo com a revista “Veja”, o executivo Cláudio Melo Filho disse em delação premiada ter pago o valor a Moreira, que na época era ministro da Secretaria de Aviação Civil do governo Dilma Rousseff, para supostamente favorecer a Odebrecht, concessionária do aeroporto Galeão, no Rio.
— Sabe o que acontece? O envolvimento dos nomes se deu, convenhamos, por enquanto, por uma simples alegação, por uma afirmação. É preciso que essas coisas se consolidem. Se um dia se consolidarem, o governo verá o que fazer — afirmou Temer.
Michel Temer se encontrará com o imperador Akihito, com o primeiro-ministro Shinzo Abe e com lideranças empresariais japonesas e investidores dos dois países.
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