De O Globo
Com agências internacionais
NOVA YORK - A caminho de Nova York para a abertura da Assembleia Geral da ONU na quarta-feira, o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, previu nesta segunda que os palestinos viverão uma situação "muito difícil" após a pressão pelo reconhecimento de seu Estado. Apesar da preocupação, Abbas mostrou que mantém a disposição para levar adiante o pedido, que deve ser votado na sexta-feira. Ele também instou Israel a reconhecer o Estado palestino e "não perder a oportunidade para a paz".
Pressionado pela União Europeia e pelo governo americano - que promete usar o poder de veto dos EUA no Conselho de Segurança para impedir a adesão da Palestina como membro pleno das Nações Unidas -, Abbas disse que foi alertado sobre as consequências do pedido.
- Em que medida (seremos afetados), nós saberemos depois - disse o presidente da ANP, acrescentando que EUA e Israel querem manter o processo de paz restrito a um "diálogo bilateral" controlado pelos americanos. - Decidimos dar esse passo e todo o inferno irrompeu contra nós.
Abbas disse que os mediadores ocidentais, que tentam dissuadi-lo de buscar a adesão do Estado palestino à ONU, não apresentaram nada novo durante as conversas na última semana. Ele repetiu que as negociações continuam sendo sua escolha preferencial, mas questionou:
- Em que bases?
A última rodada de negociações entre o presidente da ANP e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fracassou há cerca de um ano. Netanyahu disse no domingo que espera um fracasso palestino na ONU.
- Eu acredito que, no final, depois que a poeira baixar, depois de tudo que acontece na ONU, finalmente os palestinos chegarão ao bom senso, essa é minha esperança, e vão abandonar essas manobras e se sentar à mesa - afirmou o premier.
NOVA YORK - A caminho de Nova York para a abertura da Assembleia Geral da ONU na quarta-feira, o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, previu nesta segunda que os palestinos viverão uma situação "muito difícil" após a pressão pelo reconhecimento de seu Estado. Apesar da preocupação, Abbas mostrou que mantém a disposição para levar adiante o pedido, que deve ser votado na sexta-feira. Ele também instou Israel a reconhecer o Estado palestino e "não perder a oportunidade para a paz".
Pressionado pela União Europeia e pelo governo americano - que promete usar o poder de veto dos EUA no Conselho de Segurança para impedir a adesão da Palestina como membro pleno das Nações Unidas -, Abbas disse que foi alertado sobre as consequências do pedido.
- Em que medida (seremos afetados), nós saberemos depois - disse o presidente da ANP, acrescentando que EUA e Israel querem manter o processo de paz restrito a um "diálogo bilateral" controlado pelos americanos. - Decidimos dar esse passo e todo o inferno irrompeu contra nós.
Abbas disse que os mediadores ocidentais, que tentam dissuadi-lo de buscar a adesão do Estado palestino à ONU, não apresentaram nada novo durante as conversas na última semana. Ele repetiu que as negociações continuam sendo sua escolha preferencial, mas questionou:
- Em que bases?
A última rodada de negociações entre o presidente da ANP e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fracassou há cerca de um ano. Netanyahu disse no domingo que espera um fracasso palestino na ONU.
- Eu acredito que, no final, depois que a poeira baixar, depois de tudo que acontece na ONU, finalmente os palestinos chegarão ao bom senso, essa é minha esperança, e vão abandonar essas manobras e se sentar à mesa - afirmou o premier.
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