Do UOL
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em queda de mais de 1% nesta quarta-feira, que teve um pregão mais curto, iniciado a partir das 13h, por causa da Quarta-Feira de Cinzas.
O fraco desempenho das principais ações do Ibovespa (o mais importante índice da Bolsa), Vale e Petrobras, empurrou a Bovespa para baixo. O Ibovespa também refletiu as quedas das Bolsas internacionais nos dois primeiros dias da semana, quando o mercado paulista esteve fechado, em virtude do Carnaval.
O Ibovespa caiu 1,1%, aos 67.263,75 pontos. O giro financeiro do pregão, que durou apenas cinco horas, somou R$ 4,34 bilhões. As ações ordinárias da Vale (VALE3), que dão direito a voto, fecharam em queda de 3,65%.
A Vale foi abalada pela notícia publicada pela Folha sobre a intenção do governo em cobrar da empresa uma dívida de quase R$ 4 bilhões em royalties de minério de ferro.
A cobrança gerou mais um atrito na relação da empresa com o governo na semana passada, contornado após conversa por telefone entre o presidente da Vale, Roger Agnelli, e o ministro Edison Lobão (Minas e Energia).
Os papéis ordinários da Petrobras (PETR3) perderam 2,5% no dia, em razão das flutuações do preço do petróleo no mercado internacional.
Câmbio
A cotação do dólar comercial fechou em alta de 0,73% nesta quarta-feira (9), a R$ 1,657 na venda. Com isso, a moeda norte-americana registra a maior valorização diária desde o dia 14 de janeiro (quando subiu 0,96%).
Bolsas internacionais
As Bolsas de Valores da Europa fecharam em baixa, após a violência na Líbia elevar os preços do petróleo e gerar temores sobre o crescimento econômico mundial, embora analistas tenham dito que as ações ainda parecem atrativas, rumando para uma potencial recuperação.
As Bolsas asiáticas encerraram as operações em alta, com os negócios sendo influenciados pelo recuo nos preços do petróleo no mercado internacional e pelo aumento nas encomendas às indústrias japonesas.O número de pedidos aos fabricantes de máquinas no Japão ficou acima do esperado em janeiro, impulsionando o Nikkei 225, da Bolsa de Tóquio, que fechou valorizado em 0,61%, aos 10.589,50 pontos. As ações da Toyota avançaram 0,40% nesta sessão.
Boletim Focus
O mercado reduziu a estimativa de inflação neste ano pela primeira vez após 12 altas consecutivas, mostrou o relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta quarta-feira.
A previsão de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 5,80% para 5,78%.
As projeções do mercado foram coletadas na mesma semana em que o Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 11,75%.
Agenda do Investidor
O dia marca a retomada dos negócios após o feriado de Carnaval. Na agenda deste resto de semana, destaque para a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que será apresentada amanhã. No front externo, atenção aos dados da economia chinesa, como balança comercial, produção industrial, vendas no varejo e inflação, que começam a sair na noite de hoje.
O fraco desempenho das principais ações do Ibovespa (o mais importante índice da Bolsa), Vale e Petrobras, empurrou a Bovespa para baixo. O Ibovespa também refletiu as quedas das Bolsas internacionais nos dois primeiros dias da semana, quando o mercado paulista esteve fechado, em virtude do Carnaval.
O Ibovespa caiu 1,1%, aos 67.263,75 pontos. O giro financeiro do pregão, que durou apenas cinco horas, somou R$ 4,34 bilhões. As ações ordinárias da Vale (VALE3), que dão direito a voto, fecharam em queda de 3,65%.
A Vale foi abalada pela notícia publicada pela Folha sobre a intenção do governo em cobrar da empresa uma dívida de quase R$ 4 bilhões em royalties de minério de ferro.
A cobrança gerou mais um atrito na relação da empresa com o governo na semana passada, contornado após conversa por telefone entre o presidente da Vale, Roger Agnelli, e o ministro Edison Lobão (Minas e Energia).
Os papéis ordinários da Petrobras (PETR3) perderam 2,5% no dia, em razão das flutuações do preço do petróleo no mercado internacional.
Câmbio
A cotação do dólar comercial fechou em alta de 0,73% nesta quarta-feira (9), a R$ 1,657 na venda. Com isso, a moeda norte-americana registra a maior valorização diária desde o dia 14 de janeiro (quando subiu 0,96%).
Bolsas internacionais
As Bolsas de Valores da Europa fecharam em baixa, após a violência na Líbia elevar os preços do petróleo e gerar temores sobre o crescimento econômico mundial, embora analistas tenham dito que as ações ainda parecem atrativas, rumando para uma potencial recuperação.
As Bolsas asiáticas encerraram as operações em alta, com os negócios sendo influenciados pelo recuo nos preços do petróleo no mercado internacional e pelo aumento nas encomendas às indústrias japonesas.O número de pedidos aos fabricantes de máquinas no Japão ficou acima do esperado em janeiro, impulsionando o Nikkei 225, da Bolsa de Tóquio, que fechou valorizado em 0,61%, aos 10.589,50 pontos. As ações da Toyota avançaram 0,40% nesta sessão.
Boletim Focus
O mercado reduziu a estimativa de inflação neste ano pela primeira vez após 12 altas consecutivas, mostrou o relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta quarta-feira.
A previsão de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 5,80% para 5,78%.
As projeções do mercado foram coletadas na mesma semana em que o Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 11,75%.
Agenda do Investidor
O dia marca a retomada dos negócios após o feriado de Carnaval. Na agenda deste resto de semana, destaque para a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que será apresentada amanhã. No front externo, atenção aos dados da economia chinesa, como balança comercial, produção industrial, vendas no varejo e inflação, que começam a sair na noite de hoje.
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