A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT a presidente da República, disse nesta segunda-feira (7) em entrevista à rádio Jovem Pan, em São Paulo que o próximo governo mudará “o patamar de onde se partiu”. Para ela, “continuar não é repetir”. Sem negar que já seja candidata do PT à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra deu indicações de qual será o tom da campanha de 2010. Confirmou que o mote eleitoral possível é o que vem repetindo nas propagandas regionais do PT: "É possível avançar ainda mais. O presidente Lula já nos ensinou o caminho".
Indagada sobre quem prefere que seja o candidato do PT para o governo de São Paulo para ajudá-la na campanha presidencial, respondeu sem negar que seja candidata. Entrou diretamente no assunto. “Eu acredito que esse processo é um processo que apenas se iniciou” respondeu Dilma sobre a sucessão ao governo paulista e sobre quem a beneficiaria mais na disputa pelo Planalto. O PT tem vários nomes: Antonio Palocci, Marta Suplicy, Emídio de Souza, Eduardo Suplicy, Arlindo Chinaglia e Fernando Haddad. Há também a possibilidade de Ciro Gomes (PSB) ser o nome apoiado pelos petistas.
Embora tenha finalizado afirmando que preferia “passar” essa pergunta, Dilma fez antes uma reflexão a respeito. Ao ser confrontada com a lista de nomes do PT para a disputa paulista, respondeu: “Depende. Hoje, nós temos uma preferência, basicamente, o presidente Lula tem uma preferência inequívoca por Ciro Gomes [para disputar o governo paulista] Esse é um processo que ainda tem muitas incógnitas (...) Depende de como isso vai se desdobrar daqui até março para que gente possa ver como vai fechar essa equação. (...) É difícil eu dizer que prefiro A ou B. Tenho amigos... Inclusive o ministro Ciro Gomes [a quem] tenho na lista de dileto amigo”. Para Dilma, agora, seria prematuro “externar quem seria o melhor nome” para representar o PT na eleição estadual em São Paulo –e para ajudá-la na disputa ao Planalto.
Durante a entrevista, a ministra também foi perguntada diretamente se o atual escândalo chamado de “mensalão do DEM”, em Brasília, ajudaria a candidatura dela a presidente. As informações são do blog Fernando Rodrigues.
Indagada sobre quem prefere que seja o candidato do PT para o governo de São Paulo para ajudá-la na campanha presidencial, respondeu sem negar que seja candidata. Entrou diretamente no assunto. “Eu acredito que esse processo é um processo que apenas se iniciou” respondeu Dilma sobre a sucessão ao governo paulista e sobre quem a beneficiaria mais na disputa pelo Planalto. O PT tem vários nomes: Antonio Palocci, Marta Suplicy, Emídio de Souza, Eduardo Suplicy, Arlindo Chinaglia e Fernando Haddad. Há também a possibilidade de Ciro Gomes (PSB) ser o nome apoiado pelos petistas.
Embora tenha finalizado afirmando que preferia “passar” essa pergunta, Dilma fez antes uma reflexão a respeito. Ao ser confrontada com a lista de nomes do PT para a disputa paulista, respondeu: “Depende. Hoje, nós temos uma preferência, basicamente, o presidente Lula tem uma preferência inequívoca por Ciro Gomes [para disputar o governo paulista] Esse é um processo que ainda tem muitas incógnitas (...) Depende de como isso vai se desdobrar daqui até março para que gente possa ver como vai fechar essa equação. (...) É difícil eu dizer que prefiro A ou B. Tenho amigos... Inclusive o ministro Ciro Gomes [a quem] tenho na lista de dileto amigo”. Para Dilma, agora, seria prematuro “externar quem seria o melhor nome” para representar o PT na eleição estadual em São Paulo –e para ajudá-la na disputa ao Planalto.
Durante a entrevista, a ministra também foi perguntada diretamente se o atual escândalo chamado de “mensalão do DEM”, em Brasília, ajudaria a candidatura dela a presidente. As informações são do blog Fernando Rodrigues.
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