Do blog do CLÁUDIO HUMBERTO
O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, decidiu resistir no carfgo e tentar salvar sua filiação ao DEM, segundo afirma o jornal O Estado de S. Paulo, na edição desta segunda-feira. Nos últimos dias, informa o jornal, ele reuniu a base partidária na Câmara Legislativa e avisou que não renunciará. Ainda ordenou que os aliados se dividissem em novos blocos partidários, para controlar a CPI que investigará as denúncias de pagamento de propina para o governador, integrantes do seu governo e deputados aliados, flagrados em gravações de vídeo que mostram partilha de dinheiro. A operação-abafa fez com que fossem formados quatro blocos com 14 deputados aliados distribuídos entre eles. Como o regimento da Câmara Legislativa prevê o critério de proporcionalidade para definir quem fica com as vagas e cargos importantes de comissões permanentes e especiais, como uma CPI, a formação dos blocos garante a hegemonia para o grupo político do governador.
O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, decidiu resistir no carfgo e tentar salvar sua filiação ao DEM, segundo afirma o jornal O Estado de S. Paulo, na edição desta segunda-feira. Nos últimos dias, informa o jornal, ele reuniu a base partidária na Câmara Legislativa e avisou que não renunciará. Ainda ordenou que os aliados se dividissem em novos blocos partidários, para controlar a CPI que investigará as denúncias de pagamento de propina para o governador, integrantes do seu governo e deputados aliados, flagrados em gravações de vídeo que mostram partilha de dinheiro. A operação-abafa fez com que fossem formados quatro blocos com 14 deputados aliados distribuídos entre eles. Como o regimento da Câmara Legislativa prevê o critério de proporcionalidade para definir quem fica com as vagas e cargos importantes de comissões permanentes e especiais, como uma CPI, a formação dos blocos garante a hegemonia para o grupo político do governador.
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