Do blog do NOBLAT
Deu em O Estado de S. Paulo
Ministro garante que PMDB não abandonará a candidatura de Dilma mesmo que ela não deslanche nas pesquisas
De Leandro Cólon e Marcelo de Moraes:
O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, simboliza os rachas regionais entre PT e PMDB. Candidato ao governo da Bahia em 2010 contra a reeleição do petista Jaques Wagner, Geddel garante, em entrevista ao Estado, que a legenda não vai abandonar a candidatura da ministra Dilma Rousseff (PT) mesmo que não deslanche nas pesquisas, como desconfiam setores do governo. "Essa postura é imutável, sob pena de perder a respeitabilidade da opinião pública. Se a Dilma não decolar, perde-se a eleição", afirma.
O acordo entre as duas legendas foi fechado na terça-feira. O PMDB vai indicar o vice de Dilma. Geddel garante apoio, mas avisa que, em troca, espera a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra também em seu palanque na Bahia, mesmo que no Estado haja um candidato do PT.
Para ele, as relações pessoais de Wagner com o presidente e a ministra não devem prevalecer sobre os acordos políticos. "Não faço política com faca no pescoço, nem chantagens. Eu quero isso (apoio a Dilma), não estou negociando posições alternativas. Só terei posições alternativas se for hostilizado. Se perceber que a construção de um projeto político está condicionada às relações pessoais e não política."
Leia mais em Contra o PT, Geddel quer apoio de Lula e Dilma
De Leandro Cólon e Marcelo de Moraes:
O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, simboliza os rachas regionais entre PT e PMDB. Candidato ao governo da Bahia em 2010 contra a reeleição do petista Jaques Wagner, Geddel garante, em entrevista ao Estado, que a legenda não vai abandonar a candidatura da ministra Dilma Rousseff (PT) mesmo que não deslanche nas pesquisas, como desconfiam setores do governo. "Essa postura é imutável, sob pena de perder a respeitabilidade da opinião pública. Se a Dilma não decolar, perde-se a eleição", afirma.
O acordo entre as duas legendas foi fechado na terça-feira. O PMDB vai indicar o vice de Dilma. Geddel garante apoio, mas avisa que, em troca, espera a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra também em seu palanque na Bahia, mesmo que no Estado haja um candidato do PT.
Para ele, as relações pessoais de Wagner com o presidente e a ministra não devem prevalecer sobre os acordos políticos. "Não faço política com faca no pescoço, nem chantagens. Eu quero isso (apoio a Dilma), não estou negociando posições alternativas. Só terei posições alternativas se for hostilizado. Se perceber que a construção de um projeto político está condicionada às relações pessoais e não política."
Leia mais em Contra o PT, Geddel quer apoio de Lula e Dilma
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