FOLHA.COM
DA REUTERS
Zanone Fraissat/Folhapress

Irmãos Wesley (esq.) e Joesley Batista
O conselho de administração da JBS afirmou nesta segunda-feira (28) que os pedidos do BNDES para a retirada do presidente-executivo da companhia, Wesley Batista, e contratação de auditoria externa para apuração dos fatos narrados nas delações premiadas dos irmãos Batista seriam prejudiciais para a empresa.
O BNDES afirmou neste mês que vai defender em assembleia de acionistas da processadora de carne marcada para sexta-feira (1º) a abertura de processo de responsabilidade contra os irmãos Wesley e Joesley Batista e outros ex-executivos da empresa por prejuízos causados à companhia.
O processo defendido pelo BNDES é decorrente das delações premiadas dos Batista e de ex-executivos da JBS e da holding J&F acertadas em maio e que forçaram a gigante do processamento de carne a iniciar um programa de venda de ativos para levantar 6 bilhões de reais.
Segundo comunicado da JBS publicado nesta segunda, "há razões concretas que permitem crer que o impedimento do senhor [Wesley] Batista, consequência da ação de responsabilidade contra ele, seria neste momento prematuro e, portanto, prejudicial à companhia".
A empresa afirmou ainda que não existem "elementos objetivos fundados em estudos e avaliações profissionais capazes de imputar ao senhor Wesley Batista a autoria de dano à companhia".
Comentários:
Postar um comentário