Do UOL Esporte
Em São Paulo
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A Federação Internacional de Automobilismo concluiu que o bicampeão mundial Fernando Alonso não tinha conhecimento da armação da equipe Renault com a batida de Nelsinho Piquet para colaborar com a vitória do piloto espanhol no GP de Cingapura do ano passado, segundo informa a versão on-line do jornal inglês The Times.
Questionado no paddock durante o Grande Prêmio da Itália, na semana passada, se tinha conhecimento dos planos de sua equipe para a batida de Nelsinho, Fernando Alonso negou ter sido informado de algum esquema.
O espanhol, que diferentemente de Nelsinho Piquet, ainda corre pela equipe francesa, ao terminar a corrida em que foi beneficiado pelo plano dos chefes Flavio Briatore e Pat Symonds com a batida do então companheiro de equipe, venceu a prova após ter largado na 15ª posição. Após a prova, ele afirmou surpreso: "Muito, muito sortudo".
A FIA alega que Alonso esteve em contato direto com os chefes que armaram a ocasião durante todo o fim de semana e, sem ter conhecimento, entrou nos boxes na 12ª volta para fazer o reabastecimento de seu carro, pouco antes do acidente provocado propositalmente por Nelsinho Piquet.
A entidade presidida por Max Mosley afirma que as ordens da Renault ao piloto espanhol pelo rádio não deixam dúvidas de que Alonso não tinha nenhuma objeção para fazer o pit stop na 12ª volta, o que lhe deixou na última posição da corrida em Cingapura e não sabia que com a saída do safety car, duas voltas depois, ganhariam as posições dos outros carros, que ainda teriam de parar nos boxes.
Os representantes da FIA deixam clara que após terem se reunido com Alonso em Monza, não há provas de que ele estava envolvido no caso e a entidade não vai requerer a presença do piloto na reunião do Conselho Mundial marcado para esta segunda-feira, em Paris, na França.
Nelsinho Piquet teria dito em seu depoimento que o companheiro de equipe não estava envolvido no caso. A única pessoa a declarar que o espanhol poderia saber do caso foi o tricampeão mundial Nelson Piquet, pai de Nelsinho, que declarou durante os últimos dias ser improvável que Alonso não soubesse de nada no caso.
"Se você está em 15º lugar no grid em um circuito de rua, não faz sentido que um carro saia sem combustível. No máximo, você vai passar por três carros e depois de sua última parada ficará onde está - é uma estratégia sem sentido", disse Nelson Piquet.
Questionado no paddock durante o Grande Prêmio da Itália, na semana passada, se tinha conhecimento dos planos de sua equipe para a batida de Nelsinho, Fernando Alonso negou ter sido informado de algum esquema.
O espanhol, que diferentemente de Nelsinho Piquet, ainda corre pela equipe francesa, ao terminar a corrida em que foi beneficiado pelo plano dos chefes Flavio Briatore e Pat Symonds com a batida do então companheiro de equipe, venceu a prova após ter largado na 15ª posição. Após a prova, ele afirmou surpreso: "Muito, muito sortudo".
A FIA alega que Alonso esteve em contato direto com os chefes que armaram a ocasião durante todo o fim de semana e, sem ter conhecimento, entrou nos boxes na 12ª volta para fazer o reabastecimento de seu carro, pouco antes do acidente provocado propositalmente por Nelsinho Piquet.
A entidade presidida por Max Mosley afirma que as ordens da Renault ao piloto espanhol pelo rádio não deixam dúvidas de que Alonso não tinha nenhuma objeção para fazer o pit stop na 12ª volta, o que lhe deixou na última posição da corrida em Cingapura e não sabia que com a saída do safety car, duas voltas depois, ganhariam as posições dos outros carros, que ainda teriam de parar nos boxes.
Os representantes da FIA deixam clara que após terem se reunido com Alonso em Monza, não há provas de que ele estava envolvido no caso e a entidade não vai requerer a presença do piloto na reunião do Conselho Mundial marcado para esta segunda-feira, em Paris, na França.
Nelsinho Piquet teria dito em seu depoimento que o companheiro de equipe não estava envolvido no caso. A única pessoa a declarar que o espanhol poderia saber do caso foi o tricampeão mundial Nelson Piquet, pai de Nelsinho, que declarou durante os últimos dias ser improvável que Alonso não soubesse de nada no caso.
"Se você está em 15º lugar no grid em um circuito de rua, não faz sentido que um carro saia sem combustível. No máximo, você vai passar por três carros e depois de sua última parada ficará onde está - é uma estratégia sem sentido", disse Nelson Piquet.
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