Do Jornal do Sol (Porto Seguro)
Caiu como uma bomba em Porto Seguro a decretação da prisão preventiva do secretário de Governo e Comunicação Edésio Lima, divulgada na manhã de hoje, primeiro de março, mas que já havia sido expedida 20 dias atrás. A preventiva foi solicitada pelo delegado Evy Paternostro, coordenador da 23ª Coorpin e responsável pelo o inquérito que apura os assassinatos dos professores Álvaro Henrique Santos, 28, e Elisney Pereira, 31, sindicalistas da APLB, ocorridos em setembro de 2009.
O juiz de Direito, da Vara Crime de Porto Seguro, Roberto Costa Freitas Júnior, aceitou os argumentos do delegado que aponta Edésio Lima como o mandante do crime e expediu o mandato de prisão contra o secretário e mais uma dezena de pessoas, cujos nomes ainda não foram divulgados.
Neste momento, o mais importante secretário da atual gestão é considerado foragido da Justiça. Como as investigações correm em segredo de Justiça, é difícil conseguir mais informações sobre os outros nomes. Na verdade, a Imprensa só ficou sabendo dos mandados expedidos, porque na manhã desta segunda, o promotor de Justiça, Dionélis Leone Santana Filho, esteve no Centro de Convenções da cidade, onde fica localizado o escritório do secretário Edésio Lima Dantas. Com escolta policial, o promotor esperava cumprir a ordem de prisão, mas não encontrou o acusado.
Segundo o Jornal A Tarde de Salvador, o promotor teria lamentado a demora da Secretaria de Segurança em efetuar as prisões. As suspeitas sobre a participação de Edésio Lima no crime aumentaram depois do assassinato de seu motorista particular, Antônio Carlos Santos, conhecido como “Pequeno”, tido como uma “queima de arquivo”.
Outra vítima, mas desta vez como tentativa de homicídio foi o ex-presidiário Itamar Pereira Santos, 25 anos. Considerado como testemunha-chave para o caso, Itamar levou 12 tiros na praça principal do Campinho e ainda conseguiu sobreviver. Acatando o Ministério Público, o juiz Roberto Freitas foi até o hospital em Itabuna, onde estava internada a testemunha, para ouvi-la.
Conforme o Jornal A Tarde, ainda consta as ordens de prisão para os soldados da Polícia Militar Sandoval Barbosa dos Santos, Geraldo Silva de Almeida e Joilson Rodrigues Barbosa. Além deles, o Jornal A Tarde ainda completa a informação com outros denunciados, “Antônio Andrade dos Santos Júnior e Danilo Costa Leite, que aparecem nas investigações como traficantes de drogas”.
O caso
Os dois professores foram alvejados no sítio da mãe do presidente do sindicato, localizado na Roça do Povo, na noite do dia 17 de setembro de 2009. Sob a mira de um revólver, a mãe de Álvaro, que tomava conta do filho do sindicalista, foi obrigada por dois criminosos a dizer ao filho, por telefone, que a criança não estava bem de saúde, armando assim uma cilada para o sindicalista.
Preocupado com a saúde do filho, Álvaro chegou ao sítio acompanhado do professor Ney e, ao entrarem na casa, foram recebidos a bala. Elisney, que estava na frente, foi atingido por quatro tiros e morreu na hora. Álvaro foi acertado duas vezes na cabeça e faleceu dias depois no Hospital São Rafael, em Salvador.
Na época, populares informaram à polícia que os dois bandidos fugiram do local num Fiat Uno de cor escura. No Boletim de Ocorrência, consta ainda que um dos bandidos trajava uma camiseta da Secretaria de Saúde com os dizeres “Combate à Dengue” - provavelmente para facilitar o acesso à casa.
Caiu como uma bomba em Porto Seguro a decretação da prisão preventiva do secretário de Governo e Comunicação Edésio Lima, divulgada na manhã de hoje, primeiro de março, mas que já havia sido expedida 20 dias atrás. A preventiva foi solicitada pelo delegado Evy Paternostro, coordenador da 23ª Coorpin e responsável pelo o inquérito que apura os assassinatos dos professores Álvaro Henrique Santos, 28, e Elisney Pereira, 31, sindicalistas da APLB, ocorridos em setembro de 2009.
O juiz de Direito, da Vara Crime de Porto Seguro, Roberto Costa Freitas Júnior, aceitou os argumentos do delegado que aponta Edésio Lima como o mandante do crime e expediu o mandato de prisão contra o secretário e mais uma dezena de pessoas, cujos nomes ainda não foram divulgados.
Neste momento, o mais importante secretário da atual gestão é considerado foragido da Justiça. Como as investigações correm em segredo de Justiça, é difícil conseguir mais informações sobre os outros nomes. Na verdade, a Imprensa só ficou sabendo dos mandados expedidos, porque na manhã desta segunda, o promotor de Justiça, Dionélis Leone Santana Filho, esteve no Centro de Convenções da cidade, onde fica localizado o escritório do secretário Edésio Lima Dantas. Com escolta policial, o promotor esperava cumprir a ordem de prisão, mas não encontrou o acusado.
Segundo o Jornal A Tarde de Salvador, o promotor teria lamentado a demora da Secretaria de Segurança em efetuar as prisões. As suspeitas sobre a participação de Edésio Lima no crime aumentaram depois do assassinato de seu motorista particular, Antônio Carlos Santos, conhecido como “Pequeno”, tido como uma “queima de arquivo”.
Outra vítima, mas desta vez como tentativa de homicídio foi o ex-presidiário Itamar Pereira Santos, 25 anos. Considerado como testemunha-chave para o caso, Itamar levou 12 tiros na praça principal do Campinho e ainda conseguiu sobreviver. Acatando o Ministério Público, o juiz Roberto Freitas foi até o hospital em Itabuna, onde estava internada a testemunha, para ouvi-la.
Conforme o Jornal A Tarde, ainda consta as ordens de prisão para os soldados da Polícia Militar Sandoval Barbosa dos Santos, Geraldo Silva de Almeida e Joilson Rodrigues Barbosa. Além deles, o Jornal A Tarde ainda completa a informação com outros denunciados, “Antônio Andrade dos Santos Júnior e Danilo Costa Leite, que aparecem nas investigações como traficantes de drogas”.
O caso
Os dois professores foram alvejados no sítio da mãe do presidente do sindicato, localizado na Roça do Povo, na noite do dia 17 de setembro de 2009. Sob a mira de um revólver, a mãe de Álvaro, que tomava conta do filho do sindicalista, foi obrigada por dois criminosos a dizer ao filho, por telefone, que a criança não estava bem de saúde, armando assim uma cilada para o sindicalista.
Preocupado com a saúde do filho, Álvaro chegou ao sítio acompanhado do professor Ney e, ao entrarem na casa, foram recebidos a bala. Elisney, que estava na frente, foi atingido por quatro tiros e morreu na hora. Álvaro foi acertado duas vezes na cabeça e faleceu dias depois no Hospital São Rafael, em Salvador.
Na época, populares informaram à polícia que os dois bandidos fugiram do local num Fiat Uno de cor escura. No Boletim de Ocorrência, consta ainda que um dos bandidos trajava uma camiseta da Secretaria de Saúde com os dizeres “Combate à Dengue” - provavelmente para facilitar o acesso à casa.
Comentários:
Postar um comentário