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A senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata à Presidência da República, defendeu nesta segunda-feira (5), durante visita a Ipatinga, no Vale do Aço mineiro, que o próximo governo federal terá que estabelecer diálogo com o PSDB. Ela criticou a falta de acordo com os tucanos na atual gestão e ressaltou que a amplitude das conversações será o grande desafio da próxima gestão. "É fundamental que, naquilo que é essencial para o País, haja a possibilidade de diálogo (entre PSDB e PT) para que se qualifique uma base de sustentação dentro do Congresso e não se fique refém de qualquer forma de fisiologismo", criticou. Apesar de a parlamentar confirmar que a sua legenda disputará o Palácio do Planalto em 2010, o discurso deixa em aberto a possibilidade de um apoio aos petistas ou peessedebistas, até por causa dos elogios que ela fez às administrações de Fernando Henrique Cardoso e Lula. "Estamos em um processo, queremos disputar, queremos participar. Obviamente, com a clareza daqueles que querem fazer política sem ser de forma destrutiva. Não temos nenhum problema em reconhecer os avanços desses últimos 16 anos da política econômica", destacou.
(Evilásio Júnior)
A senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata à Presidência da República, defendeu nesta segunda-feira (5), durante visita a Ipatinga, no Vale do Aço mineiro, que o próximo governo federal terá que estabelecer diálogo com o PSDB. Ela criticou a falta de acordo com os tucanos na atual gestão e ressaltou que a amplitude das conversações será o grande desafio da próxima gestão. "É fundamental que, naquilo que é essencial para o País, haja a possibilidade de diálogo (entre PSDB e PT) para que se qualifique uma base de sustentação dentro do Congresso e não se fique refém de qualquer forma de fisiologismo", criticou. Apesar de a parlamentar confirmar que a sua legenda disputará o Palácio do Planalto em 2010, o discurso deixa em aberto a possibilidade de um apoio aos petistas ou peessedebistas, até por causa dos elogios que ela fez às administrações de Fernando Henrique Cardoso e Lula. "Estamos em um processo, queremos disputar, queremos participar. Obviamente, com a clareza daqueles que querem fazer política sem ser de forma destrutiva. Não temos nenhum problema em reconhecer os avanços desses últimos 16 anos da política econômica", destacou.
(Evilásio Júnior)
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