Do POLÍTICA HOJE
A solenidade de entrega da Medalha JK, em Diamantina(MG), no Vale do Jequitinhonha, acabou se transformando em palanque para o governador Aécio Neves (PSDB) defender um projeto para que a Era "pós-Lula" retome os ideais do mineiro Juscelino Kubitschek. Depois de ser colocado pelo ex-presidente Itamar Franco (PPS) como "predestinado" para levar os mineiros de volta ao Palácio do Planalto, o tucano disse que cabe a Minas levar ao país a mensagem da renovação da política nacional.
Convidado pelo sucessor a ser orador da última entrega de medalha presidida pelo governador, Itamar voltou a criticar, desta vez sem citar nominalmente, o presidente Lula que, segundo ele, tenta inutilmente se comparar a Juscelino fazendo "contorções" e adotando discursos "vazios de conteúdo pragmático". Também fez referência às ações do governo para alavancar a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), à sucessão do petista. "Próximo do término do seu governo, debaixo da aclamação ampla maioria do povo brasileiro, Juscelino não se armou de truques e maquinações políticas para impor ao eleitorado o seu sucessor", afirmou. As informações são do Correio Braziliense.
A solenidade de entrega da Medalha JK, em Diamantina(MG), no Vale do Jequitinhonha, acabou se transformando em palanque para o governador Aécio Neves (PSDB) defender um projeto para que a Era "pós-Lula" retome os ideais do mineiro Juscelino Kubitschek. Depois de ser colocado pelo ex-presidente Itamar Franco (PPS) como "predestinado" para levar os mineiros de volta ao Palácio do Planalto, o tucano disse que cabe a Minas levar ao país a mensagem da renovação da política nacional.
Convidado pelo sucessor a ser orador da última entrega de medalha presidida pelo governador, Itamar voltou a criticar, desta vez sem citar nominalmente, o presidente Lula que, segundo ele, tenta inutilmente se comparar a Juscelino fazendo "contorções" e adotando discursos "vazios de conteúdo pragmático". Também fez referência às ações do governo para alavancar a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), à sucessão do petista. "Próximo do término do seu governo, debaixo da aclamação ampla maioria do povo brasileiro, Juscelino não se armou de truques e maquinações políticas para impor ao eleitorado o seu sucessor", afirmou. As informações são do Correio Braziliense.
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