Samuel Celestino
A política baiana está-se movendo a chicotadas. Mas, não somente. Não são apenas com as estocadas de gládio (espada de dois gumes) desferidas nas declarações do governador Jaques Wagner e do ministro Geddel Vieira Lima que a roda gira e abarrota os bastidores com tricas e futricas. A carga é mais pesada. Por cima, o mar no qual os dois estão a nadar tem água lisa. Mas, por baixo, há correntes fortes e redemoinhos que mexem com um e com outro. Wagner e Geddel têm posições claras. O governador é candidato à reeleição desde que entrou no governo, a não ser que os ventos (os fados dos portugueses) o levassem por outros mares para chegar a porto maior. Geddel Vieira Lima sempre teve como objetivo o governo da Bahia. A sua posição agora, após o rompimento da aliança, é inarredável, definitiva. É nesse ponto que o redemoinho petista tenta pegar no seu pé, entende ele, “com seus sussurros em cafuas e pés de escada”. Clique aqui para ler a íntegra da coluna de Samuel Celestino publicada hoje no jornal A Tarde.
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