Por Carlos Chagas
Muito na surdina, o Conselho Político do governo chegou à conclusão de que a meta, hoje, é garantir o segundo lugar no segundo turno das eleições presidenciais. Mas garantir não apenas para a candidatura prioritária, de Dilma Rousseff, senão outras, de Marina Silva e de Ciro Gomes. Armar uma barraca onde os candidatos possam abrigar-se significa não hostilizar, de forma alguma, a ex-ministra do Meio Ambiente e o ex-ministro da Integração Nacional. O presidente Lula saiu na frente, semana passada, ao declarar que os três postulantes exprimem a continuidade de seu programa.
É claro que no que depender do palácio do Planalto, a chefe da Casa Civil continuará recebendo todo o apoio. Sua queda nas pesquisas mais recentes serve de estímulo para maiores investimentos em seu nome. Coincidência ou não, esta semana Dilma reinicia suas viagens pelo país, isoladamente ou acompanhando o presidente Lula. Mas Marina e Ciro passarão a ser citados como hipóteses. Claro que não rejeitarão a oferta. Se já não vinham criticando o Lula, menos o farão agora, esperançosos de que se chegarem ao segundo turno, contarão com o respaldo oficial.
Fica evidente que mesmo sem uma palavra formal, o governo trabalha com a evidência de que José Serra ocupa a pole position e tem garantido o primeiro lugar no segundo turno. Todos os esforços se farão para evitar o desastre que seria a vitória do governador na primeira votação – possibilidade, aliás, hoje remota conforme as tendências apuradas. Mas é um perigo verificar que ele mantém 40% das preferências, índice que se crescer entorna o caldo. Está instituída, assim, até ulterior modificação, a trinca do barulho, na medida em que quanto mais despontem e se fixem as três candidaturas, melhor para a continuidade.
Muito na surdina, o Conselho Político do governo chegou à conclusão de que a meta, hoje, é garantir o segundo lugar no segundo turno das eleições presidenciais. Mas garantir não apenas para a candidatura prioritária, de Dilma Rousseff, senão outras, de Marina Silva e de Ciro Gomes. Armar uma barraca onde os candidatos possam abrigar-se significa não hostilizar, de forma alguma, a ex-ministra do Meio Ambiente e o ex-ministro da Integração Nacional. O presidente Lula saiu na frente, semana passada, ao declarar que os três postulantes exprimem a continuidade de seu programa.
É claro que no que depender do palácio do Planalto, a chefe da Casa Civil continuará recebendo todo o apoio. Sua queda nas pesquisas mais recentes serve de estímulo para maiores investimentos em seu nome. Coincidência ou não, esta semana Dilma reinicia suas viagens pelo país, isoladamente ou acompanhando o presidente Lula. Mas Marina e Ciro passarão a ser citados como hipóteses. Claro que não rejeitarão a oferta. Se já não vinham criticando o Lula, menos o farão agora, esperançosos de que se chegarem ao segundo turno, contarão com o respaldo oficial.
Fica evidente que mesmo sem uma palavra formal, o governo trabalha com a evidência de que José Serra ocupa a pole position e tem garantido o primeiro lugar no segundo turno. Todos os esforços se farão para evitar o desastre que seria a vitória do governador na primeira votação – possibilidade, aliás, hoje remota conforme as tendências apuradas. Mas é um perigo verificar que ele mantém 40% das preferências, índice que se crescer entorna o caldo. Está instituída, assim, até ulterior modificação, a trinca do barulho, na medida em que quanto mais despontem e se fixem as três candidaturas, melhor para a continuidade.
Publicado no blog do Cláudio Humberto
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