Do blog do CLÁUDIO HUMBERTO
Por Carlos Chagas
Por Carlos Chagas
Vem aí nova rodada de pesquisas eleitorais. Dilma Rousseff cresceu. José Serra continuou na frente. Marina Silva ficou onde estava e Ciro Gomes caiu. Novidades, propriamente, nenhuma. Na simulação para o segundo turno, aquele que realmente interessa, o governador de São Paulo continua batendo a chefe da Casa Civil por razoáveis percentuais.
Poderão mudar as tendências? Claro. Imaginam-se alterações fundamentais? De jeito nenhum. Deixam de constituir fatores de alterações fundamentais a remota abertura da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, que acabará mantendo os percentuais anteriores, assim como a expectativa de que votos poderão transferir-se de acordo com a popularidade de quem não será votado.
A menos que sobrevenham inusitados ou inesperados, está definido o desenrolar do processo eleitoral. Porque a disputa não será travada entre o finado governo Fernando Henrique e o pujante governo Luiz Inácio da Silva. O confronto dar-se-á,
Por certo que um inesperado será o choque contra o planeta de um asteróide gigante. Ou a chegada do segundo dilúvio universal. Quem sabe até a tentativa de um golpe militar. Fora disso, a natureza seguirá seu curso e a disputa acontecerá mesmo entre o governador de São Paulo e a chefe da Casa Civil. Nesse caso, as pedras estão dispostas no tabuleiro. Quem quiser que suponha lances inusitados e inesperados. Por certo eles poderão acontecer. Mas seguindo o processo como até agora, melhor será aguardar.
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