De O FILTRO
A declaração do ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner, marido da atual presidente, Cristina Kirchner, de que uma conspiração estaria tentando derrubar o governo do país agravou ainda mais a crise política que assola o país desde a quarta-feira passada. Cristina foi desautorizada pela justiça argentina após demitir por decreto o presidente do Banco Central Martín Redrado. Redrado, que se recusa apoiar o plano do governo de pagar parte da dívida pública com reservas do país, foi apontado ontem pelo ex-presidente como um dos líderes da possível conspiração. Segundo reportagem do Estado, Kirchner, que atualmente é deputado, afirmou que além do presidente do BC, a possível conspiração seria liderada também pelo vice-presidente da República, Julio Cobos, e pelo grupo de mídia Clarín.
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