De O GLOBO
CARACAS - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, deu ordens neste domingo ao Exército para verificar se não haverá remarcação de preços depois que ele decretou uma desvalorização da moeda na semana passada. Ele também advertiu que pode confiscar qualquer supermercado que especule e venda produtos mais caros.
" Alguns oligarcas burgueses estão dizendo que as medidas anunciadas na sexta-feira vão gerar aumento de preços. De forma alguma vamos aceitar isso"
Na última sexta-feira à noite, Chávez anunciou uma maxidesvalorização cambial e criou duas taxas de câmbio distintas
- Não há razão para ninguém aumentar os preços de absolutamente nada. Quando houver falta, o governo será o primeiro a reconhecê-lo através de uma pesquisa bem consciente - disse o mandatário em seu programa semanal de rádio e televisão "Alô, Presidente".
Chávez também convocou seus ministros e os chefes da área econômica para colocar um plano contra especulação e remarcação de preços por parte de comerciantes.
- Alguns oligarcas burgueses estão dizendo que as medidas anunciadas na sexta-feira vão gerar aumento de preços. De forma alguma vamos aceitar isso. Não há razão para marcar os preços de itens que foram importadas com o preço original do 2,15 bolívar por dólar - disse o presidente da Venezuela.
Chávez observou ainda que a medida de ajuste da taxa de câmbio foi bem estudada, mas que os preços de mercado ainda são regidos pelo capitalismo selvagem e que o Governo e o povo devem pôr um fim a esta cultura.
- Quero que a Guarda Nacional vá às ruas com o povo para lutar contra a especulação - acrescentou.
O presidente disse que seria capaz de tomar os supermercados de seus donos e dá-los aos trabalhadores se houver remarcação de preços. Chávez acusou os meios de comunicação de provocar terror na população ao antecipar que todo tipo de produto aumentará de preço.
Canais de TV e jornais neste domingo mostraram fotos de longas filas de pessoas comprando eletrodomésticos. Eles também apresentaram várias análises de como a desvalorização afetará os diferentes setores da economia.
Porém, o governo socialista assegurou que o impacto sobre os preços não seria forte. O país teve a inflação mais alta do continente em 2009, de 25,1%.
" Alguns oligarcas burgueses estão dizendo que as medidas anunciadas na sexta-feira vão gerar aumento de preços. De forma alguma vamos aceitar isso"
Na última sexta-feira à noite, Chávez anunciou uma maxidesvalorização cambial e criou duas taxas de câmbio distintas
- Não há razão para ninguém aumentar os preços de absolutamente nada. Quando houver falta, o governo será o primeiro a reconhecê-lo através de uma pesquisa bem consciente - disse o mandatário em seu programa semanal de rádio e televisão "Alô, Presidente".
Chávez também convocou seus ministros e os chefes da área econômica para colocar um plano contra especulação e remarcação de preços por parte de comerciantes.
- Alguns oligarcas burgueses estão dizendo que as medidas anunciadas na sexta-feira vão gerar aumento de preços. De forma alguma vamos aceitar isso. Não há razão para marcar os preços de itens que foram importadas com o preço original do 2,15 bolívar por dólar - disse o presidente da Venezuela.
Chávez observou ainda que a medida de ajuste da taxa de câmbio foi bem estudada, mas que os preços de mercado ainda são regidos pelo capitalismo selvagem e que o Governo e o povo devem pôr um fim a esta cultura.
- Quero que a Guarda Nacional vá às ruas com o povo para lutar contra a especulação - acrescentou.
O presidente disse que seria capaz de tomar os supermercados de seus donos e dá-los aos trabalhadores se houver remarcação de preços. Chávez acusou os meios de comunicação de provocar terror na população ao antecipar que todo tipo de produto aumentará de preço.
Canais de TV e jornais neste domingo mostraram fotos de longas filas de pessoas comprando eletrodomésticos. Eles também apresentaram várias análises de como a desvalorização afetará os diferentes setores da economia.
Porém, o governo socialista assegurou que o impacto sobre os preços não seria forte. O país teve a inflação mais alta do continente em 2009, de 25,1%.
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