Do POLÍTICA LIVRE
O gerente geral da TWB, Raimundo Santos, nega que tenha havido venda de carros pela empresa: “Isto não procede. Os carros estão todos aí na empresa”. Ele afirma que os carros faziam parte da lista de itens inseridos no contrato de concessão para gestão do sistema ferry boat. “Desconheço que haja uma sindicância em relação a este assunto. Não fomos informados sobre ato da Agerba neste sentido. A TWB não foi informada”, afirmou Santos.
Na tarde de sexta-feira, três dos carros que teriam sido transferidos ilegalmente para o nome da TWB estavam no estacionamento da empresa, no Terminal Marítimo de São Joaquim. Os outros dois, segundo Santos, estavam sendo usados por funcionários. “Estes carros especificamente não constam na lista de itens a serem repassados para o uso da concessionária”, rebate o gestor do contrato, Antônio Carlos Fagundes. Informações do jornal A Tarde.
O gerente geral da TWB, Raimundo Santos, nega que tenha havido venda de carros pela empresa: “Isto não procede. Os carros estão todos aí na empresa”. Ele afirma que os carros faziam parte da lista de itens inseridos no contrato de concessão para gestão do sistema ferry boat. “Desconheço que haja uma sindicância em relação a este assunto. Não fomos informados sobre ato da Agerba neste sentido. A TWB não foi informada”, afirmou Santos.
Na tarde de sexta-feira, três dos carros que teriam sido transferidos ilegalmente para o nome da TWB estavam no estacionamento da empresa, no Terminal Marítimo de São Joaquim. Os outros dois, segundo Santos, estavam sendo usados por funcionários. “Estes carros especificamente não constam na lista de itens a serem repassados para o uso da concessionária”, rebate o gestor do contrato, Antônio Carlos Fagundes. Informações do jornal A Tarde.
Comentários:
Postar um comentário