Do UOL Notícias
O comboio policial que transportava Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá chegou à capital paulista por volta de 8h20 desta segunda-feira (22), depois de deixar a cidade de Tremembé, no interior de São Paulo. O casal foi levado para o Fórum de Santana, na zona norte, onde acontecerá o julgamento pela morte de Isabella Nardoni, 5, jogada pela janela do 6º andar do Edifício London em março de 2008.
Anna Carolina saiu da penitenciária feminina de Tremembé por volta das 6h20. Os policiais passaram, em seguida, na penitenciária onde estava Alexandre Nardoni. Eles seguiram em carros separados da Polícia Militar, em comboio pela rodovia Carvalho Pinto. Os veículos que participaram do transporte deles entraram por uma base militar, localizada ao lado do prédio.
O casal deve ficar em celas separadas na ala da carceragem do Fórum até o início do julgamento. Eles enfrenta o banco dos réus a partir das 13h de hoje no júri do ano, que deve decidir se pai e madrasta da menina Isabella são culpados ou inocentes de um crime que chocou a opinião pública. A estimativa do tribunal é que o julgamento dure até cinco dias. Nesta segunda, deve ir até por volta das 21h, e nos outros dias será retomado às 9h.
Para o promotor Francisco Cembranelli, Isabella foi jogada pela janela do 6º andar do Edifício London, na zona norte da capital, pelo pai. Antes, foi esganada pela madrasta e agredida por ambos. O casal, que responde por homicídio triplamente qualificado e fraude processual (por alterarem a cena do crime com o objetivo de enganar a Justiça), nega as acusações e se diz inocente.
Para decidir o destino do casal, sete jurados serão escolhidos entre 17 homens e 23 mulheres. Eles ouvirão 24 testemunhas arroladas por defesa e acusação. O júri deve contar com um vídeo contendo a simulação do crime e uma maquete do edifício, trazidos pela Promotoria, e com objetos encontrados no apartamento e outros, como a tela de proteção da janela, requeridos pela defesa.
Uma das faixas da avenida Engenheiro Caetano Álvares está interditada desde as 18h de domingo, onde fica o Fórum de Santana. Um esquema rígido de segurança foi adotado em razão do clamor público do caso. No plenário, 77 lugares aguardam a imprensa, familiares e curiosos, que conseguiram senhas para assistir ao julgamento. A transmissão está proibida.
Entenda como funcionará o Tribunal do Júri
O primeiro passo é o sorteio dos jurados. Dos 25 presentes, sete serão escolhidos por defesa e acusação para compor o Conselho de Sentença. É ele quem decide se os réus são culpados ou inocentes.
No início da sessão, os advogados podem apresentar motivos para suspender o julgamento. Um deles deve ser a ausência do pedreiro de uma obra vizinha ao Edifício London, testemunha arrolada pela defesa e que não foi encontrada. Se o juiz não aceitar o adiamento, são ouvidos os réus, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, que podem dar sua versão dos fatos ou permanecerem em silêncio.
O comboio policial que transportava Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá chegou à capital paulista por volta de 8h20 desta segunda-feira (22), depois de deixar a cidade de Tremembé, no interior de São Paulo. O casal foi levado para o Fórum de Santana, na zona norte, onde acontecerá o julgamento pela morte de Isabella Nardoni, 5, jogada pela janela do 6º andar do Edifício London em março de 2008.
Anna Carolina saiu da penitenciária feminina de Tremembé por volta das 6h20. Os policiais passaram, em seguida, na penitenciária onde estava Alexandre Nardoni. Eles seguiram em carros separados da Polícia Militar, em comboio pela rodovia Carvalho Pinto. Os veículos que participaram do transporte deles entraram por uma base militar, localizada ao lado do prédio.
O casal deve ficar em celas separadas na ala da carceragem do Fórum até o início do julgamento. Eles enfrenta o banco dos réus a partir das 13h de hoje no júri do ano, que deve decidir se pai e madrasta da menina Isabella são culpados ou inocentes de um crime que chocou a opinião pública. A estimativa do tribunal é que o julgamento dure até cinco dias. Nesta segunda, deve ir até por volta das 21h, e nos outros dias será retomado às 9h.
Para o promotor Francisco Cembranelli, Isabella foi jogada pela janela do 6º andar do Edifício London, na zona norte da capital, pelo pai. Antes, foi esganada pela madrasta e agredida por ambos. O casal, que responde por homicídio triplamente qualificado e fraude processual (por alterarem a cena do crime com o objetivo de enganar a Justiça), nega as acusações e se diz inocente.
Para decidir o destino do casal, sete jurados serão escolhidos entre 17 homens e 23 mulheres. Eles ouvirão 24 testemunhas arroladas por defesa e acusação. O júri deve contar com um vídeo contendo a simulação do crime e uma maquete do edifício, trazidos pela Promotoria, e com objetos encontrados no apartamento e outros, como a tela de proteção da janela, requeridos pela defesa.
Uma das faixas da avenida Engenheiro Caetano Álvares está interditada desde as 18h de domingo, onde fica o Fórum de Santana. Um esquema rígido de segurança foi adotado em razão do clamor público do caso. No plenário, 77 lugares aguardam a imprensa, familiares e curiosos, que conseguiram senhas para assistir ao julgamento. A transmissão está proibida.
Entenda como funcionará o Tribunal do Júri
O primeiro passo é o sorteio dos jurados. Dos 25 presentes, sete serão escolhidos por defesa e acusação para compor o Conselho de Sentença. É ele quem decide se os réus são culpados ou inocentes.
No início da sessão, os advogados podem apresentar motivos para suspender o julgamento. Um deles deve ser a ausência do pedreiro de uma obra vizinha ao Edifício London, testemunha arrolada pela defesa e que não foi encontrada. Se o juiz não aceitar o adiamento, são ouvidos os réus, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, que podem dar sua versão dos fatos ou permanecerem em silêncio.
Em seguida, serão ouvidos 24 depoimentos, entre eles, o da mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, considerada testemunha-chave da acusação. Esta deve ser a fase mais longa do júri, até que comecem os debates. Neles, defesa e acusação possuem três horas cada para apresentarem seus argumentos. Se o Ministério Público pedir réplica, de uma hora, a defesa tem direito à tréplica, também de uma hora.Ao final, o júri se reúne em uma sala secreta para responder a quesitos formulados pelo juiz. Eles decidirão se o casal cometeu o crime, se pode ser considerado culpado pela atitude, e se há agravantes ou atenuantes, como ser réu primário. De posse do veredicto, Maurício Fossen irá dosar a pena com base no Código Penal. Se houver absolvição, os Nardoni deixam o tribunal livres.
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