De O GLOBO.COM.BR
Roberto Maltchik
Ex-ministro do Trabalho retirou seus pertences da sede da pasta nesta segunda-feira
BRASÍLIA – Horas depois de entregar à presidente Dilma Rousseff sua carta de demissão, o ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi chegou cedo à sede da pasta, em Brasília. Ele limpou suas gavetas e saiu do prédio por volta de 10h30m, já sem se valer do privilégio de usar o elevador privativo. Ao GLOBO, Lupi se limitou a dizer:
- Com vocês (da imprensa) agora eu só falo por meio de nota oficial. Vocês já destilaram todo o seu ódio. Agora só por nota – encerrou Lupi, seguindo em direção à garagem do Ministério do Trabalho.
Lupi estava acompanhado apenas do assessor especial Márcio Monjardim. No carro oficial, ele seguiu para a sede Nacional do PDT onde se reúne com o secretário-geral do partido, Manoel Dias, e o senador Acir Gurgacz (PDT-RO). Manoel Dias disse que ainda é cedo para falar sobre o futuro do PDT no governo Dilma e que a permanência no partido no Ministério do Trabalho depende de encontro com a presidente, que ainda não foi marcado. Dias admitiu que a situação de Lupi era insustentável
- Ele livrou-se desta tortura. Neste momento, não há o que se falar se o PDT sairá do Ministério do Trabalho. Não discutimos isso ainda, essa é uma conversa que teremos com a presidente Dilma.
A executiva nacional do PDT, partido de Lupi, vai realizar uma reunião no início da tarde desta segunda-feira. Presidente licenciado da legenda, Lupi deve participar do encontro.
Alvejado por denúncias de corrupção no Ministério do Trabalho, envolvendo de irregularidades em ONGs ligadas ao PDT, Lupi não resistiu à pressão e entregou sua carta de demissão no domingo. Em nota oficial, o ex-ministro nega todas as denúncias e disse ser vítima de perseguição da mídia e da Comissão de Ética da Presidência, que recomendou sua demissão.
Roberto Maltchik
Ex-ministro do Trabalho retirou seus pertences da sede da pasta nesta segunda-feira
BRASÍLIA – Horas depois de entregar à presidente Dilma Rousseff sua carta de demissão, o ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi chegou cedo à sede da pasta, em Brasília. Ele limpou suas gavetas e saiu do prédio por volta de 10h30m, já sem se valer do privilégio de usar o elevador privativo. Ao GLOBO, Lupi se limitou a dizer:
- Com vocês (da imprensa) agora eu só falo por meio de nota oficial. Vocês já destilaram todo o seu ódio. Agora só por nota – encerrou Lupi, seguindo em direção à garagem do Ministério do Trabalho.
Lupi estava acompanhado apenas do assessor especial Márcio Monjardim. No carro oficial, ele seguiu para a sede Nacional do PDT onde se reúne com o secretário-geral do partido, Manoel Dias, e o senador Acir Gurgacz (PDT-RO). Manoel Dias disse que ainda é cedo para falar sobre o futuro do PDT no governo Dilma e que a permanência no partido no Ministério do Trabalho depende de encontro com a presidente, que ainda não foi marcado. Dias admitiu que a situação de Lupi era insustentável
- Ele livrou-se desta tortura. Neste momento, não há o que se falar se o PDT sairá do Ministério do Trabalho. Não discutimos isso ainda, essa é uma conversa que teremos com a presidente Dilma.
A executiva nacional do PDT, partido de Lupi, vai realizar uma reunião no início da tarde desta segunda-feira. Presidente licenciado da legenda, Lupi deve participar do encontro.
Alvejado por denúncias de corrupção no Ministério do Trabalho, envolvendo de irregularidades em ONGs ligadas ao PDT, Lupi não resistiu à pressão e entregou sua carta de demissão no domingo. Em nota oficial, o ex-ministro nega todas as denúncias e disse ser vítima de perseguição da mídia e da Comissão de Ética da Presidência, que recomendou sua demissão.
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