segunda-feira, 17 de junho de 2013

CIDADANIA: Ato com 65 mil participantes fecha marginal Pinheiros, em SP, e segue em direção ao Palácio dos Bandeirantes

Do UOL, em São Paulo

Renato Bittar/UOL
Manifestantes chegam ao cruzamento das avenidas Faria Lima e Rebouças, em Pinheiros, zona oeste
Ao menos 65 mil manifestantes --de acordo com medição do Datafolha-- participam do quinto grande ato contra o aumento da tarifa de ônibus realizado na zona oeste da capital paulista, por volta das 18h desta segunda-feira (17). A PM estima que os manifestantes são cerca de 60 mil. Parte dos manifestantes seguem em direção ao Palácio dos Bandeirantes e o restante no caminho da avenida Paulista
Além de gritos e cartazes contra o aumento da tarifa de ônibus, que subiu de R$ 3 para R$ 3,20 no começo do mês, os manifestantes exibiam cartazes contra o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Marco Feliciano (PSC), outros pediam o fim da corrupção e mais cartazes traziam os dizeres: "Fora, Alckmin". 
Parte dos participantes, por volta das 21h, entraram na avenida Morumbi, na zona oeste da capital. Outros manifestantes seguiam pela marginal Pinheiros, sentido Castello Branco, para se juntar ao grupo que ocupa desde às 19h30 a avenida Paulista, em ambos os sentidos. Ainda não se sabe se trata-se de um grupo disperso da manifestação.
Os participantes começaram o ato fechando a avenida Faria Lima, da altura da rua Cardeal Arcoverde até a avenida Presidente Juscelino Kubitschek, em ambos os sentidos, e também a marginal Pinheiros, desde a ponte Eusébio Matoso, sentido Interlagos. 
Por volta das 18h20, o movimento se dividiu, uma parte seguiu pela avenida Faria Lima e a outra subiu a avenida Rebouças, mas logo retornou. Às 19h16, os manifestantes desciam a avenida Presidente Juscelino Kubitschek, em direção à marginal, para encontrar com o outro grupo que já ocupava a via. Já às 20h, o movimento voltou a se unir na ponte estaiada. 
Nenhum registro de confronto entre manifestantes e policiais foi notificado na primeira hora do ato, que começou por volta das 17h. Segundo o 14º DP, região de Pinheiros, até as 18h21, não havia sido registrado nenhum boletim de ocorrência vinculado ao protesto.
A repórter Janaina Garcia presenciou, por volta das 18h55, corre-corre na avenida Faria Lima, nas proximidades da avenida Juscelino Kubitschek, na zona oeste. Ela conta ter ouvido barulho de bombas.
Protestos contra o aumento da tarifa do transporte coletivo
Mais de 268 mil pessoas confirmaram, na página do ato no Facebook, participação na manifestação. "Não é comício, fora partidos", gritavam os participantes durante a concentração do ato no largo da Batata, ao pedirem para que militantes dos partidos PSTU e Psol não exibam suas bandeiras na passeata.
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) se comprometeu a respeitar o caminho escolhido pelo movimento. O secretário estadual de Segurança Pública, Fernando Grella, afirmou ainda antes do início do protesto que a tropa da PM não portará armamento com balas de borracha, e que "não serão tomadas medidas para dispersão da manifestação". "Ações contra infratores serão tomadas de maneira pontual. Acho que hoje não será nem preciso o uso do vinagre", declarou.
O quarto protesto
Com o endurecimento da repressão por parte da Polícia Militar, o quarto ato contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo, realizado na última quinta-feira (13), terminou sendo o mais violento da série de manifestações ocorridas na cidade nos últimos dias.
Cerca de 40 pessoas foram detidas antes mesmo de o protesto começar. Antes do início do ato, manifestantes e jornalistas que carregavam vinagre para reduzir os efeitos de bombas de gás lacrimogêneo foram detidos, sob a alegação da PM de que o produto pode ser usado para fabricar bombas caseiras.
Entre os feridos, sete são jornalistas da Folha de S.Paulo. A repórter Giuliana Vallone, da TV Folha, foi atingida no olho por uma bala de borracha disparada por policiais militares da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). O fotógrafo da agência Futura Press, Sérgio Andrade da Silva, recebeu alta neste sábado (15) após ser atingido por uma bala de borracha no olho enquanto cobria as manifestações. Ele corria o risco de ficar cego, mas sua visão saiu intacta.

CIDADANIA: Em Belo Horizonte, manifestante cai de viaduto durante confronto

Da FOLHA.COM
DE SÃO PAULO

O jovem Gustavo Magalhães Justino, 18, caiu do viaduto José Alencar, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, no momento em que policiais atiravam balas de borracha contra manifestantes.
Ele foi levado no início da noite para o hospital Risoleta Tolentino Neves. Segundo informações do hospital, o jovem chegou consciente e deve passar por exames. O estado de saúde dele é estável.
No viaduto José Alencar, houve confronto por volta de 19h20 quando um grupo de manifestantes caminhava em direção aos policiais na avenida Antonio Carlos.
Homens da PM chegaram por trás e jogaram bombas de efeito moral no grupo, que se dispersou. Em seguida, policiais atiraram balas de borracha nos manifestantes a uma distância de um a cinco metros de distância.
Ao todo, cerca de 15 mil pessoas participaram do protesto contra as passagens de ônibus. Mais cedo, enquanto negociavam um possível avanço com a polícia, alguns manifestantes tentaram furar o bloqueio e foram recebidos por bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha.
Os manifestantes atiraram pedras e incendiaram objetos de plástico retirados de obras, obstruindo a passagem.
"Sempre tive insatisfação contra o transporte público de Belo Horizonte. As manifestações que aconteceram no Rio e em São Paulo mostraram que unidos poderemos conseguir mudanças", disse Lucas de Souza, 20, estudante de engenharia da UFMG.
PAÍS
Milhares de pessoas saíram às ruas nesta segunda-feira (17) em ao menos 11 capitais do país para protestar contra os reajustes da tarifa de ônibus, a repressão policial nas manifestações recentes em São Paulo e para pedir ética na política, investimentos em saúde, educação e transporte, entre outras reivindicações.
Além de São Paulo, Rio e Brasília, há protestos nas seguintes capitais: Belo Horizonte, Fortaleza, Vitória, Maceió, Belém, Salvador, Curitiba, Porto Alegre. Há manifestações também em Londrina (PR), Foz do Iguaçu (PR), Indaiatuba (SP) e Juiz de Fora (MG).

CIDADANIA: Brasileiros protestam em Nova York, Berlim, Dublin e Montreal

De OGLOBO.COM.BR
ISABEL DE LUCA E BRUNO GÓES

Manifestantes reclamam de repressão aos atos no Brasil
Em Dublin: ‘Desculpe o transtorno, estamos construindo um novo Brasil’  - Facebook
RIO E NOVA YORK - Em sintonia com as últimas manifestações no país, brasileiros realizaram protestos no exterior neste domingo. Em Dublin, na Irlanda, manifestantes carregavam cartazes como “Desculpe o transtorno, nós estamos construindo um novo Brasil”; ou “Protesto não é crime, #vemprarua”. Segundo um dos organizadores do ato, participaram 2 mil pessoas. Em Berlim, na Alemanha, cerca de 300 pessoas também protestaram. “É por direitos, não por centavos”, dizia um cartaz. O ato também contou com a participação de turcos, que se uniram contra a reação da polícia às manifestações nos dois países. Em Montreal, no Canadá, manifestantes carregavam um grande cartaz, que dizia: ‘Democracia não tem fronteiras’. Debaixo de chuva, os brasileiros cantaram o hino nacional (Veja vídeo da manifestação). Já em Nova York, cerca de 100 pessoas se encontraram no Central Park.
Em Berlim, o protesto pacífico ocupou uma rua movimentada da cidade, a Kottbusser Damm, e a polícia acompanhou a movimentação. Os brasileiros gritaram palavras de ordem em apoio aos protestos de São Paulo, criticaram os gastos federais para a Copa do Mundo, e pediram mais recursos para a saúde e educação:
- Copa do Mundo, eu abro mão! Quero dinheiro pra saúde e educação! (Veja vídeo da manifestação).
Com humor, os manifestantes também criticaram a atuação da polícia em protestos. Os brasileiros se referiram ironicamente à prisão de um repórter na quinta-feira, em São Paulo. Ele foi detido por carregar uma pequena garrafa de vinagre. O líquido diminui a irritação causada por bombas de gás lacrimogênio.
- Ei, polícia, vinagre é uma delícia! - gritaram os manifestantes, que também entoram palavras de ordem contra o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
Já em Dublin, o grupo começou a passeata pela movimentada O’Connell Street, passou pela via Grafton e chegou a Stephen’s Green, parque público no centro da cidade. Segundo o convite para a manifestação, os protestos “trataram sobre a democracia, sobre um governo que reprime sem ouvir e só funciona em cima de barganha política”.
- Vem, vem pra rua, vem! - (Veja vídeo da manifestação).
Durante a manifestação, sobraram críticas aos governos petistas:
- Nem Dilma e Lula lá! O Brasil tem que mudar!
Em Nova York, nos EUA, os brasileiros não tinham autorização da prefeitura para fazer a manifestação. Eles, então, não puderam continuar o protesto iniciado na tarde deste domingo. Com cartazes como "Primavera Brasileira", “O povo acordou”, e “Chega de pão e circo”, os manifestantes tiveram que empreender uma tática diferente: combinaram de ir ao show de Preta Gil, que ocorre por conta do Festival de Cinema Brasileiro, e soltar gritos de ordem após o fim da terceira música da apresentação.
Apesar de a maioria não ser fã da cantora, a ideia ganhou força entre um grupo basicamente de estudantes, grande parte de São Paulo.
Estudantes brasileiros residentes em outros países também estão organizando, por meio do Facebook, ao menos 30 atos de apoio às manifestações que ocorreram nos últimos dias em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os atos estão previstos para serem realizados em cidades da Europa, EUA, América Latina, Japão e Austrália.
Na página Democracia Não Tem Fronteiras - Brasileiros no Exterior são listadas manifestações em cidades como Paris, Madrid, Londres, Lisboa, Barcelona, Nova York, Cidade do México, Chicago, Tóquio e Sidney. A maioria dos atos está sendo marcada para o próximo dia 18, em horários variados.
"Somos brasileiros que vivem fora do Brasil, mas que continuam acreditando que o nosso país pode ser um lugar mais justo, mais seguro, mais humano. Somos italianos, portugueses, alemães, ingleses, europeus, americanos, somos gente de todo o mundo que apoia o povo brasileiro nessa luta! Somos gente que não consegue ficar parada com a desculpa de que 'estamos longe', e que sente a necessidade de se manifestar, de agir, de lutar", declara uma publicação fixada na principal página dos protestos, que lista mais de 4 mil participantes.

CIDADE: Crianças e idosas são soterradas em desabamento na Fazenda Grande do Retiro

Do CORREIODABAHIA.COM.BR

Populares socorreram as vítimas, segundo a Central de Polícia
Um barranco desabou em um imóvel na manhã desta segunda-feira (17) e deixou uma idosa e três crianças soterradas, segundo informações da Central de Polícia. Todos já foram socorridos por populares, de acordo com a polícia.
O acidente aconteceu na rua do Marotinho, na Fazenda Grande do Retiro. Uma equipe do Corpo de Bombeiros está no local para socorrer possíveis outras vítimas.
Em nota, a Defesa Civil de Salvador (Codesal) informa que um engenheiro do órgão foi encaminhado para o local, mas ainda não há detalhes sobre a ocorrência.
Até as 9h46 de hoje, o órgão recebeu 44 solicitações de emergência. Foram dois alagamentos de área, um alagamento de imóvel, quatro ameaças de desabamento de imóvel, quatro ameaças de deslizamento de terra, duas árvores caídas, três desabamento de imóvel, um desabamento parcial e 27 deslizamento de terra. Não há registro de feridos.

COMENTÁRIO: E eles saíram do Facebook

Por RICARDO NOBLAT - Do blog do NOBLAT

O que distingue a época em que eu corria dos PMs montados a cavalo nas ruas centrais do Recife, desta quando escrevo sobre os jovens vítimas da violência da PM de São Paulo, é que há 45 anos vivíamos sob o tacão da ditadura militar inaugurada em março de 1964 e só concluída formalmente em março de 1985. De resto, agora como antes, o que os jovens tentam fazer é somente política. E nada mais.
Aqueles obrigados a conviver com a ditadura eram chamados pelas autoridades de subversivos, comunistas e, mais tarde, terroristas. Assim também eram apresentados pela imprensa em geral.
Enfrentavam a repressão com paus e pedras e derrubavam cavalarianos com bolas de gude.
(Ilustração extraída do Facebook Sou Designer)
Até dezembro de 1968 apenas apanhavam e eram presos por pouco tempo. Dali para frente passaram a ser torturados e mortos. 
Muitos eram "filhos órfãos de pais vivos - quem sabe... Mortos, talvez... Órfãos do talvez e do quem sabe".
Ou de "viúvas de maridos vivos, talvez; ou mortos, quem sabe? Viúvas do quem sabe e do talvez", como denunciou o cearense Alencar Furtado, líder do PMDB na Câmara dos Deputados, em discurso que lhe custou o mandato cassado em junho de 1977 pelo presidente-general Ernesto Geisel.
Um objetivo unificava as diversas tendências e organizações que atraíam os jovens: a luta pela liberdade.
Quando a ditadura tirou a máscara e exibiu sua carranca medonha, os jovens se dividiram entre duas formas de combatê-la: pela via legal do prudente exercício cotidiano da política e pela via armada.
Quando a ditadura chegou ao fim, os que ainda eram jovens foram terminar seus estudos e cuidar da vida.
O ambiente estudantil, as entidades juvenis que restaram e os partidos que passaram a atuar livremente depois da redemocratização do país foram incapazes de seduzir as gerações que sucederam àquelas sacrificadas ou brutalizadas pela ditadura de 64.
Quem se encarregou de fazê-lo foi a sociedade de consumo com todas as suas formidáveis invenções. Os jovens só se animaram a sair às ruas para ajudar a derrubar Collor e a eleger Lula. Desanimaram ao vê-los mais adiante de mãos dadas como bons aliados.
As redes sociais começaram a funcionar como seu ponto de encontro e sua tribuna.
Manifesto eletrônico tomou o lugar dos antigos abaixo-assinados. Nunca se produziu tanto manifesto como nos últimos 10 anos. Basta colar ali o nome previamente digitado e sair para a balada.
Ainda é assim. Talvez ainda seja assim por muito tempo. Talvez esteja deixando de ser assim. É cedo para saber. E, no entanto...
No período de apenas uma semana, alguns milhares de jovens marcharam pelas ruas de uma dezena de cidades protestando contra o aumento das passagens de ônibus, os milionários gastos públicos com a Copa do Mundo, e o Estatuto do Nascituro.
Foram recepcionados com bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta, balas de borracha e policiais furiosos capazes de baixar o cacete em quem apenas a tudo assistia assustado.
O epicentro dos protestos foi a capital de São Paulo. Ali, e em mais três ou quatro capitais, esta noite promete novos confrontos entre o novo e o velho, o aprendiz e o sabe tudo, o insatisfeito e o conformado.
Pouco importa que os jovens disparem suas exigências em todas as direções sem priorizar nenhuma, que careçam de líderes amadurecidos, e que acolham em seu meio uma minoria de baderneiros e de vândalos.
Desde quando foi diferente no passado?
Somente a experiência ensina. E não há porque imaginar que os jovens de hoje não aprenderão.
Por mais legítimo que seja, o poder existe para ser contestado. Se não for pode virar tirania.
A natureza do poder é conservadora.
A natureza da rebeldia é destrutiva.
O progresso social e humanístico é filho legítimo do eterno confronto entre a rebeldia e o poder.
Que assim seja!

ECONOMIA: Bovespa opera em alta, e dólar avança nesta segunda

Do UOL, em São Paulo

A Bovespa operava no azul nesta segunda-feira (17). Por volta das 10h20, o Ibovespa (principal índice da Bolsa), ganhava 0,87%, aos 49.759,25 pontos.
BOLSA E DÓLAR
O dólar comercial subia 0,14%, para R$ 2,151 na venda. Os investidores aguardavam o resultado da reunião do Banco Central dos Estados Unidos, o Fed, que pode sinalizar sobre a possível redução de um estímulo bilionário à economia norte-americana.
O euro operava quase estável, com leve queda de 0,09%, para R$ 2,873 na venda.
Bolsas internacionais
As ações asiáticas reverteram perdas iniciais e subiram, mas os investidores continuaram cautelosos antes do resultado da reunião desta semana do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos.
Espera-se que a reunião diminua a insegurança dos investidores, que tem provocado grandes vendas de ações asiáticas nas últimas semanas.
As ações de Hong Kong avançaram 1,22%, com compradores em busca de ganhos de curto prazo depois que as ações caíram nas últimas cinco semanas. Já o mercado em Xangai caiu 0,27%.
No Japão, o índice Nikkei subiu 2,73%. O índice de Seul encerrou em queda de 0,32%, a Bolsa de Taiwan subiu 0,69%, enquanto Cingapura subiu 0,7%.
(Com Reuters)

CIDADE: Trabalhadores de hotel que receberá Seleção declaram greve

Do CORREIODABAHIA.COM.BR

A greve afeta o Gran Hotel Stella Maris, que receberá a Seleção Brasileira, o Catussaba Resort Hotel, que hospedará jogadores do Uruguai hoje, e o Catussaba Business
Da Redação
Aproveitando a oportunidade da Copa das Confederações para chamar atenção do patronato, o Sindihotéis, sindicato que representa os trabalhadores da hotelaria, declarou greve em três unidades hoteleiras — sendo que duas vão hospedar jogadores do torneio. A greve afeta o Gran Hotel Stella Maris, que receberá a Seleção Brasileira na quinta-feira; o Catussaba Resort Hotel, em Itapuã, que hospedará jogadores do Uruguai hoje, e o Catussaba Business, em Stella Maris.
Segundo o sindicato, 700 trabalhadores aderiram à greve, e esse número representaria 90% do total dos contratados nos três hotéis — o número não foi confirmado pelos patrões. Eles reivindicam 10% de aumento retroativo ao início deste ano (quando receberam 6,2% de aumento), melhorias das condições de trabalho, entre outros pleitos.
No Gran Hotel Stella Maris, o gerente Marco Bahia assegurou que a greve não está afetando os serviços do hotel. “Cerca de 90% dos funcionários estão trabalhando”, disse Bahia. Ele não soube informar se haveria negociação com o sindicato. A gerência dos hotéis Catussaba informou que pretende conceder o aumento solicitado pela categoria.

CONCURSOS: Principais concursos públicos somam 16.371 vagas com remuneração de até R$ 10 mil

Do UOL, em São Paulo

Nesta segunda-feira (17), os 20 principais concursos públicos oferecem 16.371 vagas em várias regiões do país. Existem oportunidades em diversos cargos destinados a candidatos de todos os níveis escolares. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 10 mil, dependendo da função desejada.

Confira os 20 principais concursos:

ÓrgãoVagasEscolaridadeSalárioInscrição 
Ministério da Fazenda347Nível superiorR$ 3.977 a R$ 5.081Até 30/6Edital
Ministério da Justiça125Nível superiorR$ 3.980 a R$ 5.081Até 8/7Edital
Ministério das Comunicações119Nível superiorR$ 3.800 a R$ 8.300Até 8/7Edital
PRF1.000Nível superiorR$ 6.10624/6 a 8/7Edital
Serviço Geológico do Brasil355Níveis médio e superiorR$ 2.618 a R$ 6.235Até 24/6Edital
Fundação Casa (SP)685Todos os níveisR$ 894 a R$ 4.131 Até 21/6Edital
Polícia Militar (SP)2.369Nível médioR$ 2.563Até 21/6Edital
Exército1.350Nível médio---Até 8/7Edital
Exército520Nível médio---Até 21/6Edital
Itesp (SP)134Todos os níveisR$ 1.118 a R$ 3.600Até 12/7Edital
Planejamento200Nível superiorR$ 7.340 a R$ 7.838Até 28/6Edital
Procon (SP)310Todos os níveisR$ 1.001 a R$ 4.319Até 18/6Edital
Santo Antônio da Barra (GO)264Todos os níveisR$ 1.215 a R$ 7.558Até 24/6Edital
ANTT135Níveis médio e superiorR$ 4.760 a R$ 10.019Até 2/7Edital
Detran (RJ)800Nível médioR$ 1.550Até 20/6Edital
Saúde (RJ)1.247Todos os níveisR$ 1.341 a R$ 2.017Até 20/6Edital
Carapicuíba (SP)457Nível superiorR$ 1.242Até 17/6Edital
Educação (CE)3.000Nível superiorR$ 1.222 a R$ 2.44422/6 21/7Edital
Amazonas Energia2.254Níveis médio e superiorR$ 1.809 a R$ 5.815Até 9/7Edital
Polícia Civil (RS)700Nível superiorR$ 2.827Até 22/6Edital

COMENTÁRIO: Direitos e deveres


De O GLOBO.COM.BR
Do blog do MERVAL PEREIRA
Por MERVAL PEREIRA

O país vive nos últimos dias situações de tensão de diversas origens que, misturadas à percepção crescente de pessimismo em relação ao futuro captada por pesquisas de opinião, podem levar a uma crise institucional de grave repercussão.
Não há ainda uma ligação direta entre os problemas econômicos que se avolumam e as manifestações nas ruas das principais cidades do país, como apressadamente alguns analistas estrangeiros registram.
Mas a insatisfação difusa que se revela pelas redes sociais e desemboca nas manifestações a pretexto de protestar contra o aumento das tarifas de ônibus sem dúvida serve à manipulação de atividades políticas de grupos radicais e anárquicos que não se sentem representados pelos partidos políticos do mainstream.
Existem diversos grupos de ativistas em ação pelas ruas, alguns ligados a partidos políticos, que escolhem temas variados para protestar “contra tudo isso que está aí”. Engana-se o governo da presidente Dilma se acha que pode tirar proveito político de um eventual desgaste do governador tucano de São Paulo Geraldo Alckmin na repressão aos manifestantes.
O teor de cartazes afirmando que “Nenhum partido nos representa” mostra que a intenção dos grupos mais organizados é minar a representatividade política tradicional, inclusive a do PT que, agora no governo, prova do veneno que utilizava contra seus adversários.
Se a polícia paulista certamente se excedeu nos confrontos de quinta-feira, como diversas imagens registraram, há também imagens suficientes para mostrar que entre os manifestantes havia os que foram às ruas para provocar o confronto.
Independentemente, porém, dos objetivos ainda não totalmente revelados dessas manifestações, uma coisa é certa: nos últimos dias o país está vivendo situações que mostram que é preciso definir os limites da atuação de cada um para que a balança dos direitos fique mais equilibrada com a dos deveres.
Afinal, que país queremos ser? A censura do politicamente correto, utilizada como instrumento de constrangimento político, acabou criando uma situação em que qualquer atitude de repressão oficial se transforma em autoritarismo.
Essa leniência com as ações marginais se reflete na violência urbana e transborda para os conflitos rurais em que fazendas são invadidas a pretexto da defesa de pretensos direitos indígenas ou em ações do MST, que não têm a rejeição de quem é pago para garantir a prevalência da lei. Pois não se soube recentemente de um comentário da presidente censurando o cumprimento de ordem judicial de reintegração de posse, em episódio que resultou na morte de um índio?
A presidente pelo menos desmentiu oficialmente que houvesse feito tal comentário, indevidamente revelado por um assessor seu, mas não é de hoje que governadores e prefeitos recusam-se a cumprir mandatos judiciais mesmo diante de flagrantes ilegalidades cometidas.
A destruição das plantações da Cutrale ainda está para ser punida, e já foi repetida pelo MST. E já houve tentativa do PT de aprovar legislação que previa uma negociação com o invasor para que o proprietário pudesse entrar na Justiça para reaver o que era seu.
No Brasil, os menores com 16 anos podem votar para escolher seus representantes, mas não podem ser condenados mesmo quando praticam crimes hediondos. E, previsivelmente, tornam-se "laranjas" de criminosos até a véspera de completar 18 anos para a execução de atos que ficarão impunes.Os indígenas são inimputáveis, e por isso podem invadir o plenário do Congresso ou caçar carpas nos lagos de Brasília com arco e flecha, mas também querem todos os direitos do “homem branco”.
E os protestos contra o aumento de 20 centavos na passagem dos ônibus são feitos com a incoerência dos anarquistas, a depredação de pontos de ônibus e queima de veículos que em teoria eles defendem.
O direito de cada um termina quando começa o do outro, a frase simplificadora das relações humanas define que as individualidades devem se submeter à coletividade. Precisamos no país, acima das divergências políticas e ideológicas, impor limites à ação de cada um para que a sociedade não fique com a sensação de insegurança que hoje já predomina.

COMENTÁRIO: A falência dos políticos

Por JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO - O Estado de S.Paulo

Balas de chumbo e borracha tomaram o lugar da política na resolução de conflitos entre o Estado e segmentos da sociedade no Brasil. Índios, manifestantes e jornalistas acabaram do lado errado dos canos das armas da polícia - enquanto autoridades se escudavam atrás de microfones na segurança de seus gabinetes.
A inapetência das lideranças políticas brasileiras não distingue partidos. Nem prefeito, nem governador, nem sequer um vereador deu a cara nas cenas de conflito para tentar mediar impasses. Passaram a responsabilidade para policiais. Deu no que deu.
Se os políticos profissionais se escalam para assistir jogo da seleção - e, quiçá, vaiar os colegas -, mas evitam as esquinas onde seus eleitores aspiram gás lacrimogêneo, cabe perguntar: eles servem a quem?
O apagão de lideranças no Brasil é mais contundente do que os cassetetes da PM paulista. Não é coincidência que o movimento que pretende parar as maiores cidades do país se declare "horizontal, autônomo, independente e apartidário". A ausência de um líder tradicional parece confundir políticos e policiais.
Um comandante da PM de Brasília reclamou da falta de interlocutor à altura de sua patente do outro lado - o lado dos manifestantes anti-Copa que ele dispersou a balas e bombas. Os políticos também parecem aturdidos com a falta de hierarquia dos manifestantes.
Não há "cabeças" com quem barganhar, a quem cooptar nem para cortar. Essa é, porém, a maior característica da pós-política. Organização em rede, voluntária, heterogênea e sem estrutura de comando. Só não confunda ausência de líderes com falta de liderança. É bagunça organizada. Começa no dia e hora marcados em locais previamente combinados.
No sumiço dos políticos, nota-se um cálculo marqueteiro: de qual lado ficar para mais faturar? O prefeito Fernando Haddad (PT) ainda está calculando. Já o governador Geraldo Alckmin (PSDB) achou que seria do lado da repressão. Tudo caminhava para ele se consagrar como quem pôs ordem na casa, até a crise tomar um atalho.
Na narrativa preponderante, a manifestação contra o aumento do ônibus/metrô começou como uma curiosidade, virou um estorvo, evoluiu para baderna e tinha tudo para acabar com a glória da repressão policial na quinta-feira passada. No palco escolhido, a esquina da Consolação com Maria Antonia, havia espaço suficiente para acomodar helicópteros de todas as emissoras de televisão.
Mas aí a sede de vingança da tropa falou mais alto - vingança pelo quase linchamento de um policial na manifestação anterior. O pelotão de choque começou a batalha atirando para onde estava virado. Bombardeou posto de gasolina, carro, idoso, apartamento.
Multidão dispersada, começou a caçada aleatória a transeuntes. Por azar, falta de mira ou intenção, os policias acertaram 15 jornalistas. A narrativa muda quando o narrador vira parte da história. De vítima, a polícia virou algoz. E Alckmin teve que ouvir lição de moral ao vivo num programa televisivo.
Não que o governador não possa sair dessa ainda mais favorito à reeleição. No interior paulista, quem não gasta quatro horas diárias para ir e voltar do trabalho em ônibus cada vez mais lotados talvez simpatize com sua posição a favor da ordem.
Já na capital, a pesquisa Datafolha, feita a quente, mostrou uma cidade dividida. "A molecada está certa", resumiu um passageiro. Ele explica os 55% de apoio às manifestações: se o serviço é ruim e só piora, aumento da passagem é tapa na cara do usuário. As depredações e os engarrafamentos engordam os 40% que são contra.
Unanimidade, só a do vinagre. Sua posse, mesmo podendo levar à prisão, virou item de primeira necessidade.
É o único alívio contra a lacrimejante atmosfera paulistana. Vinagre é o novo tomate.

ECONOMIA: Receita deposita hoje primeiro lote de restituições do IR 2013

Do UOL, em São Paulo

A Receita Federal deposita nesta segunda-feira (17) as restituições do primeiro lotedo Imposto de Renda de 2013. Além das restituições de 2013, também haverá o pagamento de lotes residuais dos anos de 2012, 2011, 2010, 2009 e 2008.
CALENDÁRIO DE RESTITUIÇÕES DO IMPOSTO DE RENDA 2013
LOTE  - DATA DE PAGAMENTO
1º         - 17/06/2013
2º         - 15/07/2013
3º         - 15/08/2013
4º         - 16/09/2013
5º         - 15/10/2013
6º         - 18/11/2013
7º         - 16/12/2013
Os valores serão creditados na conta corrente indicada pelo contribuinte no preenchimento da declaração.
Para saber se foi contemplado no primeiro lote, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone no número 146.
Caso tenha sido contemplado, mas o valor não seja creditado na sua conta, o contribuinte deve procurar uma agência do Banco do Brasil.
Outra opção é ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (atendimento exclusivo para deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Restituição será corrigida em 1,6%
Neste primeiro lote do exercício 2013, ano-calendário 2012, 1.965.712 contribuintes receberão suas restituições, totalizando R$ 2,712 bilhões, já corrigidos pela taxa Selic em 1,6% (maio de 2013 a junho de 2013).
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer novo requerimento, por meio do Formulário Eletrônico (Pedido de Pagamento de Restituição), disponível na internet. 
Caso o contribuinte não concorde com o valor da restituição, poderá receber a importância disponível no banco e reclamar a diferença na unidade local da Receita.
Haverá sete lotes mensais de restituição, de junho a dezembro. Têm prioridade os que entregaram a declaração antes, idosos, deficientes ou pacientes com doenças graves.

GESTÃO: Um mês após boatos, CEF retoma pagamentos do Bolsa Família com reforço em agências

Do UOL
Carlos Madeiro

Um mês após a onda de boatos que levou 900 mil pessoas a sacarem R$ 152 milhões em um único fim de semana, a Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta segunda-feira (17) os benefícios de junho do programa Bolsa Família e anunciou reforço de pessoal nas agências. 
Segundo informou a assessoria de imprensa do banco ao UOL, o atendimento será reforçado com funcionários da Caixa destacados exclusivamente para dar orientações aos beneficiários, especialmente nos locais onde houve grande quantidade de saques durante a vigência do boato.
A Caixa informou que também que já unificou os cerca de 700 mil cadastros duplicados - o que levou o banco a antecipar o pagamento dos 13 milhões de beneficiários no mês passado - e não haverá novos procedimentos técnicos este mês.
Com a garantia da resolução da duplicidade, a Caixa garante que o pagamento seguirá à risca o cronograma estabelecido pelo calendário do programa para 2013. 
Nesta segunda serão pagos os beneficiários com cartão terminado com o número "um (1)". Na terça, será a vez dos beneficiários com cartão final "dois" (2), e assim subsequentemente até o dia 28, quando os beneficiários com cartão final "zero" serão pagos. Não há liberações de pagamentos aos fins de semana.
Boatos
Nos últimos dias 18 e 19 de maio, uma onda de boatos de que o Bolsa Família acabaria ou que haveria um depósito de abono, levou 900 mil beneficiários do programa sacaram R$ 152 milhões em apenas um fim semana.
Uma semana depois, após reportagem da "Folha de S.Paulo", a Caixa Econômica Federal confirmou que, um dia antes do início dos boatos, alterou, sem aviso prévio, todo o calendário de pagamento do Bolsa Família.
A tese de que o boato surgiu por conta do pagamento feito em dia fora do calendário é a principal linha de investigação da Polícia Federal, que analisa o caso.
Todos os benefícios, em um total de R$ 2 bilhões, foram liberados de uma só vez nas contas das 13,8 milhões famílias atendidas. A Caixa pediu desculpas pelo erro de comunicação.
A oposição pediu a demissão do presidente da Caixa ao governo, o que foi negado pela presidência. A presidente Dilma chegou a chamar os boatos de"desumanos" e "criminosos".
Já a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, chegou a postar no Twitter que os rumores deviam "ser da central de notícias da oposição", depois voltou atrás.
Irregularidades
No último dia 10, reportagem do UOLapontou que fiscalização em 58 municípios sorteados, feito pela CGU (Controladoria Geral da União), no final de 2012, apontou que servidores, empresários, produtores rurais, alunos de escolas particulares, familiares de autoridades e até pessoas falecidas constavam na lista de beneficiários do programa federal.
Em nota no dia seguinte, a CGU disse que, apesar de encontrar problemas em todos os municípios investigados, o Bolsa Família "é um programa de governo com baixíssimos índices de irregularidades, as quais, quando ocorrem, são apuradas pelo próprio governo federal."
CRONOLOGIA DA CONFUSÃO
Data    -    O que aconteceu
17 de maio - Sem nenhum aviso prévio, a Caixa libera o pagamento do Bolsa Família a todos os beneficiários e não de forma escalonada, como vinha sendo feito anteriormente
18 e 19 de maio - Acaba por se espalhar um boato do fim do Bolsa Família. Há tumultos e correrias em agências da Caixa espalhadas por 13 Estados para receber o benefício. A Caixa diz que o calendário está mantido
19 de maio - Ministério do Desenvolvimento divulga nota para aplacar os rumores do fim do Bolsa Família
20 de maio - Vice-presidente da Caixa diz que pagamentos foram liberados irrestritamente apenas após os tumultos. Ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) diz que rumores vieram da "central de boatos da oposição". Dilma chama boatos de "criminosos" e "desumanos"
24 de maio - Reportagem na Folha mostra que beneficiária teve pagamento antecipado mesmo antes dos boatos. Só então a Caixa muda versão. Surge a versão de que uma empresa de telemarketing no Rio disseminou os boatos por telefone. Polícia Federal investiga
27 de maio - Presidente da Caixa, Jorge Hereda, dá entrevista coletiva para admitir equívocos do banco e pedir desculpas pela atitude anterior. Partidos de oposição entram com pedido para que Ministério Público Federal investigue o caso
28 de maio - Aécio Neves pede que Dilma peça desculpas públicas à população

EDUCAÇÃO: MEC divulga a primeira chamada da seleção de inverno pelo Sisu

Do UOL, em São Paulo

O MEC (Ministério da Educação) acaba de liberar a consulta do boletim de desempenho aos candidatos no Sisu (Sistema de Seleção Unificada) para o segundo semestre de 2013 na manhã desta segunda-feira (17). A lista de aprovados também pode ser visualizada no site por meio de consulta. 
Os convocados devem fazer a matrícula nos dias 21, 24 e 25 de junho. 
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As inscrições foram encerradas às 23h59 da sexta-feira. O último balanço do MEC indicava que, até as 18h, o sistema já havia registrado 738.439 candidatos e 1.428.124 inscrições - cada estudante pode fazer até duas opções de curso. O número de inscritos já é maior que o registrado no segundo semestre do ano passado (642.878). 
O balanço final das inscrições do Sisu seria divulgado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, às 11h. No entanto, o horário da coletiva foi modificado na manhã desta segunda -- a coletiva foi remarcada para as 15h.
Nesta segunda edição de 2013, o estudante pode fazer até duas opções de curso e concorrer a 39.724 vagas, oferecidas por 54 instituições de ensino, segundo o MEC.
O candidato aprovado na primeira opção de curso será automaticamente retirado do sistema. Caso não faça a matrícula na instituição para a qual foi selecionado, perde a vaga.
Os selecionados com base na segunda opção ou que não atingirem a nota mínima em nenhum dos dois cursos escolhidos podem permanecer no sistema e aguardar a segunda chamada, em 1º de julho. Nesse caso, os convocados farão a matrícula no período de 5 a 9 do mesmo mês.
Quem não for convocado em nenhuma das duas chamadas pode aderir à lista de espera, entre 1º e 12 de julho. A convocação dos selecionados, de acordo com o cronograma, ocorrerá em 17 de julho.
Os candidatos devem conferir a oferta de vagas na página do Sisu na internet. O Edital nº 5 da Secretaria de Educação Superior (Sesu), de 31 de maio de 2013, que define o processo de seleção unificada para o segundo semestre, foi publicado no Diário Oficial da União do dia 3 último, seção 3, página 40.
VEJA ONDE CONFERIR A 1ª CHAMADA DO SISU 2013 DE INVERNO
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