terça-feira, 21 de dezembro de 2010

DIREITO: Ilegalidade de instrução da Receita dá margem a crédito com direito a correção

RECURSO REPETITIVO
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou que não é válida a Instrução Normativa (IN) n. 23/97, da Secretaria da Receita Federal, e reconheceu a uma empresa de Minas Gerais o direito à correção monetária dos créditos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que ela não pôde utilizar por conta daquele ato administrativo.
O caso foi julgado pela Primeira Seção do STJ na condição de recurso repetitivo, conforme previsto no artigo 543-C do Código de Processo Civil (CPC), e a decisão deverá orientar a solução de muitos outros processos que versam sobre a mesma questão jurídica, e que estão sobrestados nos tribunais de segunda instância.
Ao analisar uma disputa entre a Exportadora Princesa do Sul Ltda. e a Fazenda Nacional, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília, já havia decidido que a IN n. 23/97 não poderia ter imposto condições limitativas ao aproveitamento do benefício fiscal instituído pela Lei n. 9.363/1996, mas entendeu que não era aceitável a correção monetária dos créditos.
A Lei n. 9.363/96 instituiu crédito presumido de IPI para ressarcimento dos valores do PIS/Pasep e da Cofins, como forma de estímulo às exportações. Diz a lei que a empresa produtora e exportadora de mercadorias nacionais terá direito a crédito presumido do IPI como ressarcimento por aquelas contribuições “incidentes sobre as respectivas aquisições, no mercado interno, de matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem para utilização no processo produtivo”.
A IN n. 23/97, editada pela Receita para regulamentar o benefício, restringiu a dedução do crédito presumido do IPI, no caso das exportadoras de produtos oriundos da atividade rural, às compras realizadas de empresas sujeitas ao PIS/Pasep e à Cofins.
Na primeira instância, a Justiça deu razão à empresa, declarando a instrução normativa inconstitucional e reconhecendo que a empresa tinha o direito de se beneficiar do incentivo correspondente ao período entre a edição da Medida Provisória n. 948/1995 (que deu origem à Lei n. 9.363/96) e a edição da Medida Provisória n. 1.807/1999 (que suspendeu o crédito presumido do IPI). Também foi reconhecido o direito à aplicação da taxa Selic na correção do crédito.
O TRF1 manteve o entendimento de que a instrução da Receita viola o princípio da hierarquia das normas jurídicas e o da legalidade, porque alterou a dimensão original da lei. No entanto, o tribunal excluiu a Selic dos créditos, entendendo que “não cabe correção monetária na operação de simples escrituração, isto é, meramente contábil”.
Segundo o ministro Luiz Fux, relator do caso no STJ, “a validade das instruções normativas (atos normativos secundários) pressupõe a estrita observância dos limites impostos pelos atos normativos primários a que se subordinam (leis, tratados, convenções internacionais etc.)”. Para ele, a instrução normativa da Receita não entrou em confronto direto com a Constituição, mas com a lei – sendo então inválida por ilegalidade, e não por inconstitucionalidade, como julgado na primeira instância. O ministro citou precedentes do STJ com o mesmo entendimento.
Quanto à possibilidade de uso da Selic para corrigir os créditos da empresa, a Primeira Seção do STJ reformou a decisão do TRF1. De acordo com Luiz Fux, cujo voto foi seguido de forma unânime, o exercício do direito de crédito foi postergado pelo fisco, graças à IN n. 23/97, e essa circunstância afastou a caracterização de crédito escritural.
“A oposição constante de ato estatal, administrativo ou normativo, impedindo a utilização do direito de crédito de IPI (decorrente da aplicação do princípio constitucional da não cumulatividade), descaracteriza referido crédito como escritural (assim considerado aquele oportunamente lançado pelo contribuinte em sua escrita contábil), exsurgindo legítima a incidência de correção monetária, sob pena de enriquecimento sem causa do fisco”, afirmou o ministro.

DIREITO: Prova testemunhal não pode ser antecipada apenas para evitar esquecimento

O mero risco de esquecimento dos fatos não serve de argumento para antecipação de prova testemunhal em caso de processo suspenso por falta de citação do réu. A decisão é da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para os ministros, essa alegação é genérica e não demonstra de forma concreta a necessidade da antecipação. Por isso, gera constrangimento ilegal ao acusado.
A Justiça do Distrito Federal havia determinado a suspensão do processo e a coleta dos testemunhos da vítima e testemunhas mencionadas na denúncia, de forma antecipada. Para o julgador inicial, “se a produção dessa prova for postergada ao momento em que o denunciado for localizado e comparecer a juízo, corre-se o risco de que os fatos se percam na memória dessas pessoas, com prejuízo para a apuração da verdade”.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) confirmou o entendimento. “A procrastinação na coleta dos depoimentos contribuirá para a imperfeição da prova, em detrimento do princípio da verdade real”, afirmou o tribunal local. “Em crimes cujas provas são predominantemente testemunhais, a lembrança dos fatos é extremamente importante. Nada mais razoável que sejam de pronto colhidas, já que evidente a possibilidade de esmaecerem”, completou.
Urgência genérica
No entanto, para a ministra Laurita Vaz, o Código de Processo Penal (CPP) autoriza a produção antecipada de provas apenas quando sejam consideradas urgentes diante do caso concreto. Para a relatora, a alegação abstrata de que a prova testemunhal é sempre urgente, em razão do risco de fragilização ou perda com a passagem do tempo, não serve como justificativa para a hipótese.
“A afirmação de que a passagem do tempo propicia um inevitável esquecimento dos fatos, se considerada como verdade absoluta, implicaria a obrigatoriedade da produção antecipada da prova testemunhal em todos os casos de suspensão do processo, na medida em que seria reputada de antemão e inexoravelmente de caráter urgente, retirando do juiz a possibilidade de avaliá-la no caso concreto”, explicou.
A ministra ressaltou que o tema foi recentemente sumulado pelo STJ. O caso se enquadraria na situação prevista pela Súmula 455, que afirma: “A decisão que determina a produção antecipada de provas com base no artigo 366 do CPP deve ser concretamente fundamentada, não a justificando unicamente o mero decurso do tempo.”

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

MERCADO FINANCEIRO: Após três altas, dólar tem queda de 0,41% e vai a R$ 1,708

Do UOL
Da Redação, em São Paulo
A cotação do dólar comercial fechou em baixa de 0,41% nesta segunda-feira (20), a R$ 1,708 na venda. Após três altas seguidas, a moeda norte-americana começou a semana no vermelho.
No mês, o dólar tem baixa de 0,35% e, no ano, as perdas são de 2,01%.
O Banco Central (BC) mantém as atuações diárias no câmbio e voltou a comprar dólares em leilão no mercado à vista. A taxa de corte foi de R$ 1,708.
Destoando do mercado externo, o dólar fechou em queda por ingressos pontuais de recursos, em meio a um volume de negócios já afetado pela aproximação do final do ano.
"Está tendo um pouco mais de entradas de divisas, e isso está respondendo por essa queda do dólar", afirmou à Reuters Jorge Knauer, diretor de tesouraria do Banco Prosper. "O fato é que com esse dia fraco de volume no mercado, qualquer volume de entradas, por menor que seja, é suficiente para levar o dólar para baixo.".
O mercado local destoava do movimento no segmento global de moedas, em que o dólar ganhava terreno ante uma cesta de divisas, amparado principalmente por mais um dia de depreciação do euro.
O euro caiu abaixo da média móvel de 200 dias ante a norte-americana e atingia as mínimas históricas frente ao franco suíço e ao dólar australiano, ainda pressionada por temores com uma crise de dívida no velho continente.
No mais recente revés aos esforços de autoridades europeias para conter os problemas na região, a Moody's disse nesta segunda-feira que pode cortar os ratings de alguns bancos espanhois. A ameaça vem após a agência de classificação de risco rebaixar na sexta-feira a nota de crédito da Irlanda.
Não bastassem tais problemas, investidores especulam que instituições bancárias da França e Bélgica possam ser os próximos alvos.
"Achamos que o euro está numa posição vulnerável, o que pode trazer alguns riscos para as moedas da América Latina em 2011", escreveram os estrategistas de câmbio do BNP Paribas, em relatório.
Os profissionais consideraram também que a recente série de altas do dólar frente ao real inspira atenção dos investidores.
"Na América Latina, o real foi a moeda que mais se desvalorizou na sexta-feira. Com o ambiente externo ainda relativamente incerto, o real continua do lado mais fraco", avaliaram.
"Fechamos nossa exposição comprada em real (aposta em alta ante dólar) e vamos esperar que a cotação alcance qualquer um dos extremos da recente faixa de oscilação (R$ 1,68 e R$ 1,73) para abrir posições táticas."
(Com informações da Reuters)

GERAL: Transatlântico que frustrou Natal de 3.000 pessoas ficará ancorado no Rio

Do UOL
Isabela Vieira, da Agência Brasil

No Rio de Janeiro A Capitania dos Portos informou (20) que o transatlântico MSC Música, que faria um cruzeiro pelas praias nordestinas, com cerca de 3.000 passageiros, ficará atracado no porto do Rio de Janeiro até que o problema que causou o cancelamento da viagem, ontem (19), seja resolvido. Todos os passageiros foram desembarcados.
A empresa MSC Cruzeiro informou que cancelou o cruzeiro devido a uma pane no sistema central de ar-condicionado e garantiu que reembolsará todos os clientes, além de oferecer desconto de 50% em uma próxima viagem pela companhia. Segundo a MSC Cruzeiro, a empresa também disponibilizou transporte para os aeroportos e a rodoviária da cidade.
Ontem, os passageiros contaram que viverem momentos de muita confusão dentro do navio. Os turistas, que pagaram cerca de R$ 2.000 por sete dias de viagem a praias nordestinas, ficaram sem ar-condicionado e água nos banheiros. As bebidas que eram vendidas dentro da embarcação também acabaram e a MSC Cruzeiro só informou sobre o cancelamento do cruzeiro no final do domingo.
"Passamos o dia inteiro no calor. O nosso consumo foi maior e a água acabou, a de beber e a dos banheiros. Ficamos sem suporte nenhum. Até para descer com a mala, eles [os tripulantes] foram desrespeitosos. Chegaram a fazer uma corrente, mas acabaram jogando nossas bagagens. Um absurdo", reclamou uma das passageiras, que mora no Rio e viajaria com o marido.
Para tentar minimizar os danos aos passageiros, a MSC Cruzeiro também informou que arcará com os custos de hospedagem daqueles que não conseguiram retornar para as cidades de origem. A empresa pede para que os gastos com estadia sejam registrados e que os passageiros entrem em contato com os agentes de viagem para facilitar o regresso
Comentário: estão sendo muito constantes esses "problemas" técnicos com os cruzeiros aqui no Brasil. Será que está faltando fiscalização dos órgãos públicos nessas embarcações?
O dano que causam aos desafortunados passageiros é realmente grande, e não me refiro apenas ao material, mas, principalmente ao emocional, afinal essas viagens são marcadas por grandes expectativas, não apenas dos viajantes mas assim também dos seus parentes e amigos próximos. São sonhos que se desfazem como um castelo de cartas.
O dano moral é claro (além do material), e o seu ressarcimento deve ser buscado na Justiça por todos os passageiros.

MUNDO: Crise: Inglaterra fecha 142 tribunais

Do blog do CLÁUDIO HUMBERTO

O ministro da Justiça britânica, Jonathan Djanogly, anunciou que 142 cortes inglesas serão fechadas. Em junho deste ano, o Ministério da Justiça havia anunciado a intenção de fechar 157 tribunais e abriu consulta pública para ouvir a opinião da população, resolvendo então poupar 15. A redução de prédios da Justiça tem como objetivo tornar o Judiciário inglês mais efetivo e econômico e ainda ajudar o país a superar a crise econômica. Não foi definido, porém, a data em que os tribunais vão encerrar as atividades e de que maneira os funcionários, inclusive juízes, serão realocados. As informações são do Consultor Jurídico.

DIREITO: Plantão do Judiciário começa hoje

Do blog do CLÁUDIO HUMBERTO

O plantão nacional do judiciário começa nesta segunda (20) e vai até o dia 6 de janeiro, com o objetivo de acompanhar o funcionamento dos plantões judiciários de todos os tribunais brasileiros, com exceção do Supremo Tribunal Federal. As pessoas que não conseguirem acionar os plantões de algum tribunal nos seus estados devem entrar em contato com a Corregedoria Nacional de Justiça, pelos telefones (61) 2326.4651; (61) 2326.4648; (61) 2326.4644; (61) 2326.4652 e (61) 9158.6500 disponíveis em qualquer horário. As informações são da Agência Brasil.

SEGURANÇA: Barreiras - 6 viaturas da PM são incendiadas

Do BAHIA NOTÍCIAS

De acordo com o que apurou o jornal Correio, seis viaturas da Polícia Militar foram incendiadas por volta das 2h da madrugada desta segunda-feira (20). Os veículos estavam no pátio do 10º Batalhão da Polícia de Barreiras, no oeste baiano. Segundo informações da própria PM, o incêndio foi criminoso e a autoria do crime ainda é desconhecida. Investigações serão realizadas até que o fato seja apurado.

DIREITO: Supremo decide que vaga de deputado pertence a partido e não à coligação

Do POLÍTICA LIVRE
Por Ludmila Santos (STF)

A vaga de deputado federal que renuncia ao cargo pertence ao partido e não à coligação. Dessa forma, a vacância deve ser preenchida pelo primeiro suplente da legenda. O entendimento é do Supremo Tribunal Federal, que julgou na última quinta-feira o mandado de segurança em que o Diretório Nacional do PMDB pediu a posse de um membro do partido na vaga aberta com a renúncia do ex-deputado federal Natan Donadon (PMDB).
O PMDB questionou o ato do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), que empossou no dia 29 de novembro Agnaldo Muniz, primeiro suplente da coligação Rondônia Mais Humana no pleito de 2006. O relator do recurso, ministro Gilmar Mendes, afirmou que a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral e do STF determinam que a vaga é do partido e não do candidato eleito.
Ele citou o mandado de segurança 27.938, de relatoria do ministro Joaquim Barbosa, em que o PR questionou a posse de Paes de Lira (PTC) na vaga deixada pelo deputado federal Clodovil Hernandez, morto em março de 2009. O PR argumentou que a vaga deve ser ocupada por um suplente do partido que o parlamentar ocupava quando morreu. Isso porque o TSE reconheceu como justa a causa para que ele deixasse o partido pelo qual foi eleito, o PTC.
No entanto, por unanimidade, os ministros reconheceram, na ocasião, que a causa justa para desfiliação permite que o mandato continue a ser exercido pelo candidato eleito, mas não garante a ele carregar ao novo partido relação que foi aferida no momento da eleição. Gilmar Mendes também citou os mandados de segurança 26.602, 26.603 e 26.604, em que a Corte entendeu que a fidelidade partidária é condição para o exercício de mandato eleitoral.
Ou seja, no sistema de eleições proporcionais, o exercício de um mandato eletivo não é direito pessoal do candidato, pois está vinculado à lealdade à agremiação. “Não se trata de elencar infidelidade partidária, mas apenas destacar que o candidato não pertence à vaga, uma vez que Agnaldo Muniz não faz mais parte ao PP e a nenhum partido da coligação do pleito de 2006, mas sim ao PSC”.
Com base no voto do relator, o ministro Marco Aurélio destacou que o eleitor vota no candidato e na legenda. “Os dois primeiros algarismos do número do candidato sinalizam a legenda, que está integrada aos parâmetros do próprio candidato. A coligação é apenas a somatória de forças para o candidato alcançar êxito nas eleições”. O ministro afirmou, ainda, que o suplente deve estar vinculado com a legenda que conseguiu o voto. Os ministros Cezar Peluso, Joaquim Barbosa e Cármen Lúcia seguiram o voto do relator.

MUNDO: Neve na Europa faz TAM cancelar voos para Londres e Paris

Do UOL Notícias, em São Paulo

A TAM Linhas Aéreas informa nesta segunda-feira (20) que cancelou todos os voos que sairiam hoje dos aeroportos de Guarulhos (SP) e Tom Jobim/Galeão (RJ) com destino a Londres, por conta dos problemas meteorológicos registrados na Europa. Os voos que partiriam da capital inglesa com destino ao Brasil também foram cancelados.
Os voos afetados são o JJ8084, que sairia hoje de Guarulhos para Londres, o JJ8088, que sairia amanhã do Galeão para Londres, o JJ8085, que estava previsto para sair de Londres no domingo com destino a Guarulhos e o JJ8089, de Londres para o Galeão.
Durante o final de semana, diversos voos da TAM que partiam para Londres e Paris foram afetados pelo mau tempo. Nesta segunda-feira, o voo JJ8053, que partiria da capital francesa para Guarulhos, com escala no Galeão, foi cancelado.
Segunda a companhia, os passageiros afetados poderão remarcar as passagens sem taxas pela Central de Atendimento da TAM. No Brasil, os telefones são 4002-5700 (capitais) ou 0800 570 5700 (demais localidades). No Reino Unido, o número é 44 (0)20 8741 2005. A TAM também afirma que está oferecendo transporte, alimentação e hospedagem aos clientes.
De acordo com a Infraero, 11,2% dos voos domésticos (112) e 16,2% dos voos internacionais (11) sofreram atrasos nesta segunda-feira. Houve 25 cancelamentos, sendo quatro voos internacionais, todos no aeroporto do Galeão.
Neve na Europa
Após quatro dias consecutivos de temporal na Europa, milhares de pessoas enfrentam nesta segunda-feira mais transtornos no transporte por causa das nevascas e das baixas temperaturas registradas.
No Reino Unido, os principais aeroportos se viram obrigados a cancelar e atrasar voos. Várias pessoas voltaram a passar a noite nos diferentes aeroportos do país após ver seus voos cancelados, e embora os principais terminais aéreos estejam abertos - Heathrow, Stansted, Edimburgo e Southampton -, há cancelamentos e atrasos.
A companhia aérea British Airways (BA) informou que espera que cerca de 60 voos partam hoje de Heathrow, o aeroporto de maior tráfego da Europa, apesar de haver muitos cancelamentos.
Alemanha
Novas nevascas em grande parte da Alemanha agravaram a caótica situação da maioria dos aeroportos do país, onde se multiplicam os cancelamentos e os atrasos.
O aeroporto de Frankfurt (oeste da Alemanha), o de maior tráfego da Europa continental, continua registrando graves problemas e a Fraport, a empresa gerente, informou no começo do dia que pelo menos 292 voos, dos 1.325 previstos para hoje, serão cancelados.
A Fraport estima, no entanto, que todos os voos internacionais poderão decolar durante o dia de hoje, embora previsivelmente com notáveis atrasos.
Desde sexta-feira foram cancelados 1.800 voos em Frankfurt, cerca de um terço de todos os programados, por causa do temporal de neve e vento denominado "Petra".
A situação é também complicada em outros aeroportos alemães como o de Düsseldorf (oeste do país), Hamburgo (noroeste) e os dois de Berlim (nordeste), Tegel e Schönefeld, que somam dezenas de cancelamentos.
A Alemanha está há quase três semanas de forma praticamente ininterrupta sob uma camada de neve, o que dificulta o trânsito por terra e o tráfego aéreo.
França
Devido a neve no norte da França, dezenas de voos foram anulados nos dois aeroportos de Paris e no de Beauvais, além da proibição de circulação de caminhões na região da capital.
O aeroporto de Orly, em Paris, não deve iniciar suas operações pelo menos até as 9h (horário local), porque a dezena de centímetros de neve que se acumularam desde a madrugada impedem as decolagens e aterrissagens.
No Charles de Gaulle, apesar da situação não ser tão crítica, antes das 8h já tinham se anulado mais de uma dezena de voos pelos efeitos dos problemas acumulados durante o fim de semana e pela impossibilidade de estabelecer ligações com outros aeroportos europeus também afetados pela neve.
Cerca de 3.000 pessoas que não puderam tomar seus voos dormiram a noite passada nos terminais de Charles de Gaulle, que esta manhã tem todas suas pistas abertas.
Nas estradas, as autoridades decidiram esta madrugada proibir a circulação de caminhões em toda a região Île-de-France e em alguns dos 21 departamentos do norte da França que estavam em alerta laranja.
Os serviços meteorológicos informam hoje que a frente que deixou nevascas no norte da França, e que tinha chegado do Atlântico, tinha terminado sua passagem pela Bretanha e Normandia e se dirigia rumo ao leste.
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*Com agências internacionais

GERAL: Caixa faz três sorteios da Mega-Sena nesta semana

Da FOLHA.COM
Nesta semana, a CEF (Caixa Econômica Federal) promove três sorteios da Mega-Sena --um nesta segunda-feira, um quarta (22) e o outro na sexta (24). Depois, o próximo sorteio acontece apenas na sexta-feira da semana que vem (dia 31) e já é o da Mega da Virada.
Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 26 milhões nesta segunda-feira
Normalmente, há dois sorteios da Mega-Sena por semana: um na quarta-feira e outro no sábado. De acordo com a Caixa, a mudança na semana de Natal tem como objetivo compensar a falta de um concurso na semana seguinte, que terá apenas o sorteio da Mega da Virada.
No último sábado (18), nenhum bilhete acertou os números sorteados no concurso 1.241, realizado em Colíder, no Mato Grosso. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 26 milhões, de acordo com a caixa. Os números sorteados são 10 - 13 - 25 - 26 - 28 - 45.
No total, 181 apostas acertaram a quina e vão receber R$ 12.479,72 cada uma. Já a quadra teve 12.556 ganhadores, que levaram R$ 257 cada uma.
O próximo sorteio acontece nesta segunda-feira. Quem quiser tentar a sorte, deve fazer suas apostas até as 19h (horário de Brasília). A aposta mínima, de seis números, custa R$ 2.
MEGA DA VIRADA
As apostas para a Mega da Virada já podem ser feitas em todas as lotéricas do país. A estimativa da Caixa Econômica Federal é de que o prêmio para esta edição da loteria deva atingir R$ 150 milhões. No ano passado, o prêmio foi de R$ 144,9 milhões --o maior valor já pago pela Mega-Sena.
O sorteio da Mega da Virada será realizado na véspera do Ano Novo, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais de TV abertos. Assim como em 2009, a Mega da Virada não vai acumular. Se não houver ganhadores na faixa principal, o prêmio será rateado entre os acertadores da Quina e assim por diante.

CONCURSOS: Concursos públicos oferecem 14,5 mil vagas em todo o país; pagam até R$ 19.643

Do UOL

Nesta segunda (20), os concursos públicos com inscrições abertas oferecem 14.509 vagas em 78 seleções. As oportunidades estão distribuídas em diversos cargos destinados a candidatos de todos os níveis escolares. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 19.643, dependendo da função desejada.Confira os principais concursos:

Órgão Vagas Escolaridade Salário
Petrobras 838 Níveis médio e superior R$ 1.801 a R$ 6.217
Edital
Prefeitura de Suzano (SP) 456 Todos os níveis R$ 876 a R$ 5.018 Edital
Prefeitura de Colombo (PR) 516 Todos os níveis R$ 510 a R$ 3.465 Edital
Tribunal de Justiça (PE) 30 Nível superior R$ 17.581 Edital
Tribunal de Justiça (SP) 193 Nível superior R$ 19.643 Edital
SAP (SP) 456 Níveis médio e superior R$ 710 a R$ 1.700 Edital
Embratur (DF) 238 Níveis médio e superior R$ 1.950 a R$ 4.834 Edital
Mairinque (SP) 440 Todos os níveis R$ 646 a R$ 1.952 Edital
Cofen (DF) 32 Níveis médio e superior R$ 3.177 a R$ 6.990 Edital
Novo Hamburgo (RS) 27 Níveis técnico e superior R$ 1.253 a R$ 3.622 Edital
IFRJ (RJ) 50 Níveis médio e superior R$ 2.130 a R$ 3.678 Edital
Seplag (DF) 45 Nível superior R$ 6.459 Edital
IBGE (RJ) 120 Nível médio R$ 600 Edital
Procuradoria Geral (DF) 69 Níveis médio e superior R$ 4.013 a R$ 6.198 Edital

Veja todos os concursos com inscrições abertas

domingo, 19 de dezembro de 2010

MÚSICA: Roberto Carlos, em Proposta

MÚSICA: Roberto Carlos, em Falando Sério

MÚSICA: Maria Bethania, em Voce Não Sabe

MÚSICA: Roberto Carlos, em Não Se Esqueça de Mim

MÚSICA: Roberto Carlos, em Quase Fui Lhe Procurar

MÚSICA: Roberto Carlos, em A Namorada

MÚSICA: Roberto Carlos, em Voce Deixou Alguém a Lhe Esperar

MÚSICA: Roberto Carlos, em Aquele Beijo Que Te Dei

DIREITO: Justiça manda soltar empresário Nenê Constantino

Do blog do NOBLAT
Pai do dono da Gol estava preso desde a última quarta, 15, acusado de mandar matar seu ex-genro, Eduardo Queiroz Alves, em 2008
A Justiça de Brasília mandou soltar o empresário Nenê Constantino, pai do dono da Gol. Ele estava preso desde a última quarta-feira, acusado de mandar matar seu ex-genro Eduardo Queiroz Alves. Em 2008, cinco tiros atingiram o carro de Alves, que sobreviveu.
O empresário também é acusado de ter encomendado o assassinato, em 2001, de Márcio Leonardo de Sousa Brito, líder da invasão de um de seus terrenos. Constantino possui uma empresa de ônibus urbana operando no Distrito Federal (DF), a Planeta. Ele recebeu voz de prisão no fórum de Taguatinga, cidade-satélite, quando acompanhava audiências do inquérito que apura a morte de Brito.
Leia mais em
Justiça Federal concede habeas corpus ao empresário Nenê Constantino
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