Em condições normais de temperatura e pressão, nessa altura da disputa presidencial, já teria sido fora de propósito - além de uma demonstração de soberba e arrogância um tanto excessivas - a declaração do marqueteiro e ministro sem pasta de Dilma à revista "Época" desta semana classificando os adversários da presidente como "anões". Ficou ridícula depois do acordo Eduardo Campos/Marina. Não é à toa que em Brasília se diz, há algum tempo, que João Santana já não está mais tão influente quanto era até a queda do prestígio de Dilma e do governo nas pesquisas, na esteira dos movimentos juninos. E ele tem uma conta a pagar, que já está chegando : prometeu que a presidente recuperaria esses índices em quatro meses, portanto, perto do fim do ano.
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